O liberticídio do pacifismo e da tolerância

Vivemos numa era em que se depender dos princípios que boa parte da humanidade vem adotando no mundo ocidental, ela está condenada. Infelizmente é o que se vê. Após o terrível atentado ocorrido em Paris onde oito terroristas armados mataram 130 pessoas se viu gente pregando o pacifismo, pai ensinando que flores nos protegem mais do as armasum pianista sonhador tocando Imagine do John Lennon em frente a um dos locais do atentado como se isso fosse sensibilizar os terroristas e lojas de brinquedos anunciando que não venderão mais armas de brinquedo.

Claro que o estado tem muita culpa nisso. Ele detém o monopólio das leis, doutrina as pessoas desde a educação pública onde prega o pacifismo, a tolerância, o politicamente correto, depois vemos brutais leis desarmamentistas somadas com a proibição da discriminação e se não bastasse ainda subsidia canais de mídia onde “intelectuais” fazem alerta contra a “islamofobia”, subsidia o multiculturalismo onde mostra como é bonito imigrantes entrando em massa no país para “enriquecer a cultura”. Não se pode falar mal dos muçulmanos, afinal é islamofobia; não se pode criticar os homossexuais porque é homofobia; não se pode ter objeções sobre a entrada de imigrantes porque é xenofobia.
Isso não é exclusivo da França. A França já está condenada com a sua população quase aderida à subversão iniciada após a Revolução Francesa. O Brasil caminha por esse caminho também. Os esquerdistas que pregam em nome da tolerância e o politicamente correto não percebem que os bandidos não estão nem aí para o “pacifismo” e os “direitos humanos”. Nós também não devemos estar nem aí. Não tem nada mais liberticida do que a tolerância e o pacifismo.
O pacifismo não nos leva à paz. O que nos leva à paz é a eliminação de quem a perturba. O pacifismo nos leva à apatia e passividade, que implica submissão e obediência. Não é isso que homens livres desejam. Homens livres desejam muito mais a paz do que os pacifistas. Porque quem quer paz luta por ela quando for necessário. O pacifista já rejeita qualquer tipo de luta, já que ele pensa que “não combate violência com violência”. Ou seja, o pacifismo necessariamente obriga a pessoa a ser submissa e passiva com déspotas. Tudo isso com o aval e o apoio do estado.

Por Luciano Takaki

Publicado Originalmente em Notas Libertárias

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