Negros escravizaram portugueses por mais de 741 anos

A grande divida que os brancos tem com os negros por 400 anos de escravidão é provavelmente a maior mentira já contada na história. O preconceito contra os brancos é tão grande que até o google mudou o resultado da minha pesquisa de “império mouro escravidão” para “império romano escravidão”. Mouro vem do latim Maures que significa Negro, devido a cor da pele deles dos integrantes do Império Mouro.

O Império Mouro foi o grande império muçulmano que conquistou o norte da África, Oriente Médio e Península Ibérica ( onde hoje se localizam Portugal e Espanha), é o mesmo império que alguns muçulmanos querem refazer através do estado islâmico. Com o regime de Califado, onde um homem seria escolhido por Deus para liderar o povo muçulmano na conversão do mundo para o islamismo.

Com o declínio do Império Romano, o Califado conseguiu uma brecha e em menos de uma década conquistou a península Ibérica inteira. Apesar da resistência de algumas regiões que voltaram rapidamente ao domínio Cristão, o Império Mouro permaneceu de 711 até 1452 na península, o que nos leva a 741 anos de ocupação e também de escravidão do povo cristão, sendo que após serem expulsos da península ibérica continuaram a escravizar portugueses, principalmente os que moravam no litoral e eram alvos fáceis.

Se considerarmos o tempo que os portugueses escravizaram negros de 1415 a 1975 ( se considerarmos o período colonial da Angola e Moçambique pós escravidão, pois a escravidão foi abolida em 1869), foram 560 anos. É um mal caratismo populista sem fim dessas organizações racistas promotoras de conflitos que nem deveria existir a essa altura do campeonato.

A escravidão sempre existiu e sempre foi com o intuito de gerar mão de obra e não por causa da cor da pele. Brancos já escravizaram brancos, negros já escravizaram negros. Nos primórdios o escravo era propriedade de outra ou em algumas nações os escravos eram os que pagavam impostos e os cidadãos não pagavam.

E com o fim da escravidão o que realmente aconteceu foi que todos nos tornamos escravos através da cobrança de impostos. E para manter seu poder escravocrata o governo vem promover o conflito entre brancos e negros.Mais liberdade, menos dependência, quanto menos pedirmos ao governo, menos impostos pagamos e enfraquecemos o governo.

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Saiba mais sobre o assunto ( Atualizado em 25 de Outubro de 2015):

  • Na época os portugueses não eram chamados de portugueses, porém muitos portugueses são descendentes dos mesmos incluído eu mesmo que na época o sobrenome dos meus antepassados era Hurtado, sendo alterado posteriormente para Furtado de Mendonça, culminando em apenas Furtado. Não deixem manipuladores ideológicos enganarem vocês por questão de nomenclatura, os nomes podem mudar, mas isso não altera a descendência.
  • Quando eu falo “Negros” é por que assim eram chamados mesmo os que tinham a pela não tão escuras, os descendentes deles recebem bolsas e cotas no Brasil, então eles podem ser considerados negros pelo padrão atual brasileiro também.
  • Eslavos foram escravizados por séculos e ninguém comenta sobre isso, até a primeira guerra mundial a Polônia estava sob domínio da Rússia.
  • Os irlandeses foram os primeiros escravos a serem trazidos ao Brasil, porém davam muito trabalho e acabaram perdendo valor. (é o que devemos fazer para deixarmos a escravidão estatal, darmos trabalho ao governo até ele desistir de nos escravizar).

Recebi um e-mail de uma pessoa que não conheço, chamado Sérgio Castro no qual ele me disse:
“Sou pesquisador histórico e tive a oportunidade de pesquisar livros escritos em Portugal, Espanha e no Brasil nos séculos XVI, XVII e XVIII, arquivos e Bibliotecas nacionais. Onde colocou portugueses, coloque brancos, pois também outros povos ibéricos foram escravizados, entre eles portugueses, galegos, castelhanos, andaluzes, catalães, bascos, andorranos, etc. O período que foi está correto, eles exploraram , dominaram e escravizaram, mulheres eram estupradas,e a lei da Sharia acontecia em mais ou menos toda a península.
Sugiro que corrija o seguinte:
O período escravagista não foi logo de 1.500 com o descobrimento, mesmo porque só haviam expedições de reconhecimento ainda e feitas desde 1480! Em segredo, por todo o Novo Mundo. Podemos colocar mais ou menos 1.700 o incremento de populações com servos e não escravos, pois escravos quem os tinha eram grandes senhores de engenho.Estes senhores de engenho compravam servos dos escravagistas judeus sefarditas (em sua maioria) que trocavam produtos com tribos escravagistas africanas dos reinos Bantus. Eles os vendiam por toda a América. e no caso brasileiro já independente foi terminado o tráfico em 1860, porém ainda restavam poucos mercadores até 1889, 1890, a princesa Isabel verificava pessoalmente nas vilas até de Ilha Bela. Ilha Nova da Princesa. É de ressaltar que um servo (e não escravo) no Brasil tinha melhores condições de vida que qualquer africano do seu tempo e é claro, foi lhe dada nova chance de viver, pois praticamente estavam condenados a morte. O período de servidão foi portanto de 1.700 a 1.890.  O que coloca em relação a África, lusófona , desde a Conferência de Berlim houve um incremento nos entrepostos comerciais (colônias) de países europeus. bem lucrativo para ambas as partes. e gradual desenvolvimento e assimilação de povos que queriam viver cada vez mais perto das cidades europeias (brancas) Na África não houve dito escravismo, mas o aproveitamento de mão de obra em troca de alimentos, vestuário. O que expandiu por todo o continente. Na década de 1930 já havia política de salários para os assimilados que escolhiam trabalhar na cultura europeia, quem não queria vivia no interior, em seu modo de vida tribal.  Outro ponto a ressaltar é que a escravidão existe desde a antiguidade, diversos povos escravizaram Romanos, Egípcios, Sumérios, em especial os árabes na África até hoje mantém sistemas parecidos como parte de sua Sharia por exemplo, exageram e sobrepõem-se a outras minorias.” Sérgio Castro.

711/2011 – 1300 anos da invasão Moura em Portugal!

Como foi a ocupação moura da península Ibérica? – Mundo Estranho (Abril)

A gênese do terror e o acirramento da luta entre Ocidente e Oriente: os Impérios da pólvora muçulmanos.

Mouros Negros e Mouros Pretos

Expansão dos otomanos deixa na defensiva a Europa cristã – Veja

África escravizou 1 milhão de brancos, diz historiador – Folha de São Paulo/ Reuters

Al Andalus

A vigarice acadêmica em ação – Olavo de Carvalho

Um blefe descomunal – Olavo de Carvalho

A Manilha e o Libambo: a África e a Escravidão de 1.500dc a 1.700dc

Escravidão e Hierarquia na Antiguidade Bíblica – PUC Rio

Arab and Berber (Moor) paintings

The White Slaves of Barbary

Slavery in Portugal

The Indigenous Berbers of Africa – By Natural Mystics

Wild Men and Moors painting

When Black Men Ruled the World: 8 Things The Moors Brought to Europe

Livro: Guia politicamente incorreto da história do Brasil por Leandro Narloch
Livro: Guia politicamente incorreto da história do Brasil por Leandro Narloch
livro-cristaos-escravos
Livro: Christian Slaves, Muslim Masters: White Slavery in the Mediterranean, the Barbary Coast and Italy, 1500-1800 (Early Modern History) por Robert C. Davis
Livro: O escravo nos anúncios de jornais brasileiros século XIX
Livro: O escravo nos anúncios de jornais brasileiros do século XIX

Para quem estiver com preguiça de ler

Obs. Artigo foi publicado originalmente no site Liberdade em Foco em 26 de Março de 2015 por Renato Furtado (eu mesmo) com título “Negros escravizaram portugueses por mais de 741 anos”.

Renato Furtado
Sobre Renato Furtado 100 Artigos
Monoteísta Noeísta, empresário e luta pela Democracia Plena. Dono da página Todo Trabalhador é Capitalista e RenatoFurtado.com no Facebook.

121 Comentários

    • Olá, Renato. Sou negro e estudante de História. O que o seu artigo diz é verdade e agradeço por compartilhar isso. Os negros começaram a ser escravizados após inúmeras guerras tribais em seus países, por isso, após a perda, eles eram vendidos por próprios negros para países europeus.

      Agradeço e muito pela sua contribuição.

      • Oi Maicon e Renato, existem algumas lacunas que poderiam tornar a questão mais interessante ainda, por exemplo, qual o papel das potências européias (leia-se mercantilismo) nas guerras subsaarianas, qual a importância do tráfico enquanto indutor do lucro, inviabilizando a escravização indígena, etc. Note que, para tanto, o Vaticano, pela Bula Romanus Pontifex, inaugurou a escravidão negra ou moderna com o instituto do “defeito da cor”, que vigorou pari passu com o padroado, até o fim a Proclamação da República Brasileira. O historiador Manolo Florentino dimensionou a economia do tráfico, que alicerçou a economia brasileira em seu livro, é uma dica, Em costas negras (Unesp). Abração

        • Um Portuga já escreveu e eu vou colocar novamente:
          1- Mouro não significa “negro”, significa “nativo da Mauritânica” que nada tem que ver com o actual país, mas com um reino norte africano composto por Berberes que são caucasianos. O nome “Maurício” quer dizer exactamente o mesmo. Fazer uma tradução literal da origem grega é portanto errado.

          2- “Mouro” adquiriu na idade média a posição de sinónimo de “Islâmico” ou “sob domínio Islâmico. Mais que um termo racial era um termo cultural. Os “mouros” do Al-Andaluz eram uma mistura de cinco povos diferentes e não um só, sendo o mais significativo (a esmagadora maioria), os Moçárabes, que eram europeus cristão sob domínio ou convertidos ao islão. A esses juntavam-se ainda judeus, árabes, soldados berberes e os saqaliba (os tais escravos da Europa de Leste). Quando falamos em “mouro” estamos a falar dessa gente toda e desses povos todos.

          3- Portugal nunca esteve 741 anos debaixo de domínio mourisco, aliás nem sequer perto disso. Portugal ficou debaixo de domínio Mouro entre 711 e acabou a sua reconquista em 1249, ou seja 538 anos depois, mais de 200 anos a menos do que afirmou. Foi Castela quem só terminou a sua reconquista em 1492. Nessa altura já Portugal tinha começado a sua expansão marítima há 77 anos! Já tinha colónias, descoberto os Açores, a Madeira, já tinha começado a exploração do ouro africano e do marfim, etc!

          Enfim, obrigado por nos tentar defender, mas acho que nenhum português tem vergonha da sua história. Nem mesmo da escravatura. O passado é passado e deve ser encarado segundo as mentalidades da época.
          Cumprimentos de Portugal…

          1- https://pt.wikipedia.org/wiki/Maurit%C3%A2nia_romana, o Romanos foram os primeiros a criar a “Mauritânea”.

          2- Não, não havia muitos negros. Não havia negros na verdade. O contacto dos portugueses com subsaarianos só ocorreu com a expansão marítima. Aliás, não havia sequer muitos árabes ou berberes, havia isso sim muitos judeus (que chegaram muito antes), como geneticamente é fácil de provar. A Invasão árabe foi feita com um pequeno contingente de soldados árabes e berberes sob o comando o Omíada Tariq ibn Ziyad, ele próprio possivelmente um escravo liberto. O seu sucesso foi obra das populações locais que definhavam sob os reinos germânicos e que por conta disso abriam as portas das cidades aos invasores. A rapidez deve-se portanto ao nativos e não aos poucos invasores.

          “A população sob o domínio muçulmano era muito heterogênea e constituída por árabes e berberes, uns e outros muçulmanos, moçárabes (hispano-godos que, sob o domínio muçulmano conservaram a sua religião, mas adotaram as formas de vida exterior dos muçulmanos), cristãos arabizados e judeus.”

          Quanto ao vitimismo das sociedade brasileira é um facto. Nós portugueses conhecemo-la como ninguém. Já não é coisa que nos apoquente.

          Os moçárabes, que constituíam a maioria da população, gozavam de liberdade de culto e tinham leis próprias, mas a troco dessas vantagens eram obrigados ao pagamento de dois tributos: o imposto pessoal de captação e imposto predial sobre o rendimento das terras.

          3- Se não se refere ao domínio de território português então está errado de qualquer forma. A utilização de escravos europeus por parte dos árabes e norte africanos (erradamente associados a negros nesta página), começou muito antes da invasão, teve patrocínio dos Romanos e acabou muitíssimo depois. Portugueses prisioneiros de guerra eram escravizados um pouco pelo mundo fora, etc.

  1. vc não tem razão F.D.P isso e para dar razão a tua cor seu cobarde. queres se passar por coitado acima dos que sofreram e da descendência que ainda sofrem, o negro nunca se sentio superior ao branco pelo contrario o negro já nasce sabendo psicologicamente que o branco e superior, pelas chicotadas, violacao que os antepassados passavam. vc sabe o que e ser excluído do mundo

      • Parabéns Renato pela aula. Nunca entendi, porque toda essa polêmica em torno da escravidão dos africanos, quando se é sabido que todos os povos praticaram a escravidão e também foram vítimas da mesmo em algum ponto da história. Também acho que ao invés de ficarem culpando os brancos por séu atraso social, intelectual e sei lá mais o que, acho que deveriam agradecer aos brancos, pois afinal foram eles que lutaram para por fim a escravidão. Por favor, se eu estiver errada me corrija, para que eu não continue pensando e falando besteira. Que saiba, ainda hoje a escravidão é amplamente praticada na África, e sempre que ONGS europeias tentam combatê-la, elas se deparam com autoridades locais que as hostilizam, acusando-as de imperialistas, e dizendo que está é uma interferências em sua cultura.

          • Aproveita e vai pedir ao branquelo fidel castro ou ao racista Karl Marx “Será que é falta de sorte que a magnífica Califórnia tenha sido tomada dos preguiçosos mexicanos que não sabiam o que fazer com ela?” olha uma frase racista de Marx seu canalha.

            Numa carta de julho de 1862 para Engels, em referência a Ferdinand Lassalle, seu competidor político socialista, Marx escreveu: “…é agora completamente evidente para mim que, como provam a formação de seu crânio e seus cabelos, ele descende dos negros do Egito, presumindo que sua mãe ou avó não tinha cruzado com um preto. Ora, essa união de judaísmo e germanismo com uma substância negra básica deve produzir um produto peculiar. A impertinência do camarada é também característica dos pretos”

            olha só mais racismo

            E quando ele diz que alguns “povos inferiores” perecerão no holocausto revolucionário?

            “Estando em sua qualidade como preto, um grau mais próximo do resto do reino animal do que o resto de nós, ele é sem dúvida alguma o representante mais adequado desse distrito”

            Veja só uma frase de engels referindo se a Paul Lafargue . Toma vergonha em sua cara. Mas você pensa isso “foda se a realidade e os fatos”

            • Todo direitista é especialista na ciencia da falsificação Histórica.
              “A figura coloca “na boca” do teórico comunista uma frase que ele nunca falou. Segundo a forjada citação, ele teria determinado que as lutas dos comunistas promovessem um “holocausto revolucionário” e, com ele, iniciassem o extermínio de determinadas classes e raças. Induz-se aqueles que leem tal ditado a crer que ele foi um inspirador dos nazistas.

              Na verdade, a frase em questão é uma adulteração maliciosa de um trecho de um texto escrito por Marx em março de 1853 e publicado no New York Daily Tribune e no People’s Paper algumas semanas depois – ele pode ser acessado no site marxists.org. O artigo, intitulado Forced Emigration (Emigração forçada), descreve como o avanço do capitalismo industrial nas Ilhas Britânicas forçou a migração de milhares de ingleses, escoceses e irlandeses para outras partes do mundo em meados do século 19.

              No texto, Marx faz a seguinte declaração:

              ”Society is undergoing a silent revolution, which must be submitted to, and which takes no more notice of the human existences it breaks down than an earthquake regards the houses it subverts. The classes and the races, too weak to master the new conditions of life, must give way. But can there be anything more puerile, more short-sighted, than the views of those Economists who believe in all earnest that this woeful transitory state means nothing but adapting society to the acquisitive propensities of capitalists, both landlords and money-lords?”

              Eis a tradução:

              ”A sociedade está passando por uma revolução silenciosa, à qual é obrigada a se submeter e que leva em conta as existências humanas que ela fragmenta tanto quanto um terremoto se importa com as casas que subverte. As classes e as raças, fracas demais para dominar as novas condições de vida, são obrigadas a ceder. Mas pode haver alguma coisa mais pueril, mais visão estreita, do que as visões daqueles economistas que acreditam com toda sinceridade que esse lastimável estado transitório não significa nada além de adaptar a sociedade às propensões aquisitivas dos capitalistas, tanto senhores de terra como senhores de dinheiro?”

              A “revolução silenciosa” que ele menciona não era comunista ou socialista, mas sim a altamente capitalista Revolução Industrial, que estava promovendo na Europa e nos Estados Unidos uma configuração social, econômica e tecnológica muito diferente da que existia até o século 18. Era “silenciosa” porque, ao contrário das revoluções burguesas do século 18, não consistia em promover guerras contra o poder vigente. Nenhuma revolução socialista ou comunista vitoriosa havia acontecido até então, apesar dos levantes de 1848.

              E o trecho adulterado e transformado na falsa frase “protonazista” diz: “As classes e as raças, fracas demais para dominar as novas condições de vida, são obrigadas a ceder [must give way].” As “classes e raças” citadas não estavam sendo exterminadas, nem sendo vitimadas por nenhum “holocausto revolucionário”. O que acontecia é que elas estavam sendo tolhidas de seu modo original de vida e forçadas ou a se adaptar à nova tradição econômica, social e cultural, geralmente de maneira sofrível, ou a emigrar para outros países, nos casos em que a vida no seu país de origem havia se tornado insuportável.

              Ou seja, a suposta menção de Marx a “raças fracas” e “holocausto revolucionário” é falsa. É uma distorção, feita com fins escusos de manipulação política, de um trecho de um artigo dele sobre o que o capitalismo estava fazendo com pessoas de diversas classes e culturas nos países britânicos de sua época.

              Curioso é que os conservadores, em sua maracutaia, ainda tentam misturar a citação falsa com um suposto racismo de Marx contra os povos eslavos [Veja o url da imagem abaixo e descobrirá um ”judeo-bolchevism discovered” (”o bolchevismo judaico descoberto”), uma forte sugestão de que a direita nunca perdeu seu antissemitismo, cuja expressão máxima foi o nazismo de Hitler. Aqui vai uma coleção de citações sobre o marxismo na famosa obra de Hitler, ”Minha Luta”]:
              http://boradiscutir.blogspot.com/2015/02/marx-os-direitistas-e-falsificacao-da.html

    • “o negro já nasce sabendo psicologicamente que o branco e superior” , “excluído do mundo”.
      Agora entendi por que você chegou essa conclusão, volta para escola e vai procurar aprender a escrever.

  2. Vejamos, há uma série de erros históricos aqui.

    1- Mouro não significa “negro”, significa “nativo da Mauritânica” que nada tem que ver com o actual país, mas com um reino norte africano composto por Berberes que são caucasianos. O nome “Maurício” quer dizer exactamente o mesmo. Fazer uma tradução literal da origem grega é portanto errado.

    2- “Mouro” adquiriu na idade média a posição de sinónimo de “Islâmico” ou “sob domínio Islâmico. Mais que um termo racial era um termo cultural. Os “mouros” do Al-Andaluz eram uma mistura de cinco povos diferentes e não um só, sendo o mais significativo (a esmagadora maioria), os Moçárabes, que eram europeus cristão sob domínio ou convertidos ao islão. A esses juntavam-se ainda judeus, árabes, soldados berberes e os saqaliba (os tais escravos da Europa de Leste). Quando falamos em “mouro” estamos a falar dessa gente toda e desses povos todos.

    3- Portugal nunca esteve 741 anos debaixo de domínio mourisco, aliás nem sequer perto disso. Portugal ficou debaixo de domínio Mouro entre 711 e acabou a sua reconquista em 1249, ou seja 538 anos depois, mais de 200 anos a menos do que afirmou. Foi Castela quem só terminou a sua reconquista em 1492. Nessa altura já Portugal tinha começado a sua expansão marítima há 77 anos! Já tinha colónias, descoberto os Açores, a Madeira, já tinha começado a exploração do ouro africano e do marfim, etc!

    Enfim, obrigado por nos tentar defender, mas acho que nenhum português tem vergonha da sua história. Nem mesmo da escravatura. O passado é passado e deve ser encarado segundo as mentalidades da época.
    Cumprimentos de Portugal…

    • 1- Vários sites me passaram a informação da origem grega, você é a primeira fonte dessa informação de que mouro se refere a não negros nativo da Mauritânica. Vou pesquisar a respeito. Se possuir alguma fonte facilitaria meu trabalho, agradeço.
      2- Haviam muitos negros, como você disse não eram todos negros. E aqui no Brasil muitos marrons claro são considerados negros, então me refiro também a essa cor de pessoa que é muito mais branco do que negro e se vitimam e utilizam cotas racias para se prevalecer quando não tem competência para vencer.
      3- Eu não disse que escravizou o estado Portugal e sim Portugueses, mesmo com uma maioria de portugueses livres, eles continuaram escravizando sim, inclusive após 1492.
      4- Eu não tentei defender do passado, também não tenho vergonha apenas sou contra a escravidão atual e é contra ela que eu luto

      • 1- https://pt.wikipedia.org/wiki/Maurit%C3%A2nia_romana, o Romanos foram os primeiros a criar a “Mauritânea”.

        2- Não, não havia muitos negros. Não havia negros na verdade. O contacto dos portugueses com subsaarianos só ocorreu com a expansão marítima. Aliás, não havia sequer muitos árabes ou berberes, havia isso sim muitos judeus (que chegaram muito antes), como geneticamente é fácil de provar. A Invasão árabe foi feita com um pequeno contingente de soldados árabes e berberes sob o comando o Omíada Tariq ibn Ziyad, ele próprio possivelmente um escravo liberto. O seu sucesso foi obra das populações locais que definhavam sob os reinos germânicos e que por conta disso abriam as portas das cidades aos invasores. A rapidez deve-se portanto ao nativos e não aos poucos invasores.

        “A população sob o domínio muçulmano era muito heterogênea e constituída por árabes e berberes, uns e outros muçulmanos, moçárabes (hispano-godos que, sob o domínio muçulmano conservaram a sua religião, mas adotaram as formas de vida exterior dos muçulmanos), cristãos arabizados e judeus.”

        Quanto ao vitimismo das sociedade brasileira é um facto. Nós portugueses conhecemo-la como ninguém. Já não é coisa que nos apoquente.

        Os moçárabes, que constituíam a maioria da população, gozavam de liberdade de culto e tinham leis próprias, mas a troco dessas vantagens eram obrigados ao pagamento de dois tributos: o imposto pessoal de captação e imposto predial sobre o rendimento das terras.

        3- Se não se refere ao domínio de território português então está errado de qualquer forma. A utilização de escravos europeus por parte dos árabes e norte africanos (erradamente associados a negros nesta página), começou muito antes da invasão, teve patrocínio dos Romanos e acabou muitíssimo depois. Portugueses prisioneiros de guerra eram escravizados um pouco pelo mundo fora, etc.

        • 2 – Quando eu falo negros, quero dizer no sentido brasileiro da palavra. Não são sub-saarianos apenas, aqui os mulatos e morenos (quase brancos) também são considerados negros e são instigados pelo estado a odiarem as pessoas de cor de pele mais clara.

          Se pagavam imposto então eram escravos, justamente esse é o tema principal mostrar que todos somos escravos através dos impostos e somente nos libertando dos impostos que seremos livres.

          3- Se refere ao domínio do povo que originou o povo português, até porque o território ocupado por eles com liberdade foi flexível por mundo tempo

          • Na verdade é justamente o contrário, escravos não pagam impostos, escravos são “bens, mercadoria “.

                • Escravos pagam 100% do resultado do trabalho para seus mestres, cidadãos “livres” só pagam uma porcentagem menor. Acho que o burro aqui é você.

                    • Amigo, onde Vc tem buscado informações?… Me perdoe mas tem muitas contradições nisso aí.

                    • “… tanto que os escravos guardavam dinheiro e compravam sua liberdade…” Renato, cuidado, você esta lidando com um tema que conhece pouco. Por exemplo, a afirmação aí de cima vc generalizou um fato que a historiografia concluiu ser exceção. Ciro Falmarion (A Afro-América) trabalha bem a questão. Roberto Schwartz (!?) também. Dá uma olhadinha. Vai ser bom para todo mundo. Abração!

                    • Tadeu, nos casos em que não podiam comprar a liberdade, cai no mesmo exemplo atual, onde você e eu somos proibidos de comprar nossa liberdade, somos obrigados a nos manter escravos dos políticos.

              • puxa renatinho…vc precisa estudar história….que papo mais furado….vc já ouviu falar em teoria do estado? já ouviu falar em colonialismo? escravidão sempre houve…é óbvio! mas foi esta que moldou o capitalismo hoje existente…eu heim? que papinho mais furado…

          • Se você dizer negro no sentido racial para se referir a qualquer outro povo senão o negróide, então você esta errado.
            Alias, se for levar as denominações pra um sentido regionalista, então nem você é branco e sim latino, segundo os germânicos(não que eu concorde com isso).

            • eu sou descendente de Tupi, Italiano, Português, Polonês e Espanhol. Sou uma mistura, assim como os Mouros também eram e a maioria dos Brasileiros.
              Conheço pessoa que tinha pai italiano e mãe zulu, ele nasceu quase branco, mas ainda se considera negro. E se for em um sociedade em que as pessoas são muito brancas, seria considerado negro mesmo.
              Eu particularmente não ligo para cor da pele ou descendência, só quis mostrar que enquanto estamos aqui brigando, o estado continua cada vez mais forte e nos escravizando.

          • Então o Estado é o responsável por incitar o ódio entre raças e promover segregação? Considerando determinadas questões políticas pode até fazer sentido…mas tentar justificar a escravidão seja ela em relação a negros ou brancos só reforça um sentimento que de fato pode estar velado e muitos dizem que ñ o têm.Lutar pelo o fim da escravidão do Estado ñ é buscar na história quem fez ou ñ fez.Antes de procurar responsabilizar alguém por isso ou aquilo…deveríamos buscar dentro de nós a humanidade que há anos foi perdida.

              • Sim, vc tenta justificar a escravidão e o racismo existente no Brasil. Os negros não são vitimista e hj incomodam por lutarem ainda mais contra o racismo. Tudo o que vc diz, é típico racista “não-declarado”. “…utilizam cotas racias para se prevalecer quando não tem competência para vencer.” Vc fala do que desconhece, ou até conhece, e faz questão de propagar idéias racistas.

          • kkkkkkkkk Renato inventando história pra ganhar fama, que bom que os próprios portugueses vieram aqui se rebelar

          • O cara colocou fonte Wikipédia… aí sim hein hahahaha. melhor que essa fonte só a fonte águas de lindoia

      • Mouro não vem do negro a palavra.Indiano também não é negro apesar de ser um pouco escuro .O termo mulato veio dos ESTADOS Unidos isso esta acabando lá .Como aqui . Vi um comentário seu sobre cotas,que os cotitas não tem capacidade.Isso é uma opinião sua ou seja não precisamos concordar,como vc não precisa concordar com minha opinião. VC qual sua idéia que poderia ajudar os negros e seus descedentes desde 13 de maio de 1888 .PQ isso foi no papel ,pq a escravidão existia certos lugares.Apenas jogaram na rua não tiveram compensação.NEGROS E NORDESTINOS construiram favelas pq não tiveram apoio.Que artigo que vc fez ,que ajuda a combater o racismo que os negros sofrem ,já que vc é contra .Se vc fez por favor me informa. Te pergunto qual sua idéia para igualar a desigualdade social que infelizmente alguns negros sofrem.
        PS: não generaliza, pq isso é um erro absurdo dos tolos !

    • O QUE A ESCOLA PERSISTE EM SEGUIR ENSINANDO É QUE OS MAIS LEGÍTIMOS ESCRAVOS SÃO OS NEGROS E AFRODESCENDENTES E OS MAIS DISCRIMINADOS SÃO OS NEGROS E ISSO SE VÊ EM TODOS OS SETORES.

  3. Renato Furtado , vai estudar história um pouco mais, depois vc tenta colocar uma visão pessoal em seus trabalhos. ” que não tem nada de cientifico!” LIXO LIXO.

    • A eterna muleta filosófica da esquerda: “vá ler história”. O cara leu história, fez um artigo e publicou aqui, com todas as fontes (duvido que você abriu as fontes. Acho que sequer leu o texto além do título). Ao invés de chamar ele ou o artigo de “LIXO LIXO” por que você não coloca aqui a sua pesquisa com fontes e prova para todos nós que o artigo acima está errado? Duvido que você seja capaz sequer de escrever um parágrafo, seu idiota útil esquerdista.

      • francisquinho, que papo é este? que bobagem! não precisa nem de pesquisa…é tudo tão óbvio! basta ver que foi esta forma de escravidão que fpormou o nosso mundo atual ..o nosso capitalismo…eu heim…

        • capitalismo? hahahahaa ………… mano não tem sistema econômico mais libertador do que capitalismo …. vc que tem que estudar história …. e ver se nos países comunistas e socialistas eles tem liberdade …ou foram criados de forma libertador….

      • O Francisquinho não tem a minima noção de como se faz uma pesquisa em História. A direita é especialista na ciencia da falsificação histórica. Um portuga ja respondeu e eu colo pra esfrega na cara de direitista pilantra:

        Um Portuga já escreveu e eu vou colocar novamente:
        1- Mouro não significa “negro”, significa “nativo da Mauritânica” que nada tem que ver com o actual país, mas com um reino norte africano composto por Berberes que são caucasianos. O nome “Maurício” quer dizer exactamente o mesmo. Fazer uma tradução literal da origem grega é portanto errado.

        2- “Mouro” adquiriu na idade média a posição de sinónimo de “Islâmico” ou “sob domínio Islâmico. Mais que um termo racial era um termo cultural. Os “mouros” do Al-Andaluz eram uma mistura de cinco povos diferentes e não um só, sendo o mais significativo (a esmagadora maioria), os Moçárabes, que eram europeus cristão sob domínio ou convertidos ao islão. A esses juntavam-se ainda judeus, árabes, soldados berberes e os saqaliba (os tais escravos da Europa de Leste). Quando falamos em “mouro” estamos a falar dessa gente toda e desses povos todos.

        3- Portugal nunca esteve 741 anos debaixo de domínio mourisco, aliás nem sequer perto disso. Portugal ficou debaixo de domínio Mouro entre 711 e acabou a sua reconquista em 1249, ou seja 538 anos depois, mais de 200 anos a menos do que afirmou. Foi Castela quem só terminou a sua reconquista em 1492. Nessa altura já Portugal tinha começado a sua expansão marítima há 77 anos! Já tinha colónias, descoberto os Açores, a Madeira, já tinha começado a exploração do ouro africano e do marfim, etc!

        Enfim, obrigado por nos tentar defender, mas acho que nenhum português tem vergonha da sua história. Nem mesmo da escravatura. O passado é passado e deve ser encarado segundo as mentalidades da época.
        Cumprimentos de Portugal…

        1- https://pt.wikipedia.org/wiki/Maurit%C3%A2nia_romana, o Romanos foram os primeiros a criar a “Mauritânea”.

        2- Não, não havia muitos negros. Não havia negros na verdade. O contacto dos portugueses com subsaarianos só ocorreu com a expansão marítima. Aliás, não havia sequer muitos árabes ou berberes, havia isso sim muitos judeus (que chegaram muito antes), como geneticamente é fácil de provar. A Invasão árabe foi feita com um pequeno contingente de soldados árabes e berberes sob o comando o Omíada Tariq ibn Ziyad, ele próprio possivelmente um escravo liberto. O seu sucesso foi obra das populações locais que definhavam sob os reinos germânicos e que por conta disso abriam as portas das cidades aos invasores. A rapidez deve-se portanto ao nativos e não aos poucos invasores.

        “A população sob o domínio muçulmano era muito heterogênea e constituída por árabes e berberes, uns e outros muçulmanos, moçárabes (hispano-godos que, sob o domínio muçulmano conservaram a sua religião, mas adotaram as formas de vida exterior dos muçulmanos), cristãos arabizados e judeus.”

        Quanto ao vitimismo das sociedade brasileira é um facto. Nós portugueses conhecemo-la como ninguém. Já não é coisa que nos apoquente.

        Os moçárabes, que constituíam a maioria da população, gozavam de liberdade de culto e tinham leis próprias, mas a troco dessas vantagens eram obrigados ao pagamento de dois tributos: o imposto pessoal de captação e imposto predial sobre o rendimento das terras.

        3- Se não se refere ao domínio de território português então está errado de qualquer forma. A utilização de escravos europeus por parte dos árabes e norte africanos (erradamente associados a negros nesta página), começou muito antes da invasão, teve patrocínio dos Romanos e acabou muitíssimo depois. Portugueses prisioneiros de guerra eram escravizados um pouco pelo mundo fora, etc.

  4. Nunca li tanta inverdade junta.
    Tentativa de desviar o quanto foi perverso a escravidão no Brasil.
    Há meios de se questionar o vitimismo dos ativistas negros do BRasil, mas não usando de inverdades.
    Portugueses escravos ?IRLANDESES escravos no Brasil ? gente, cômico isso, um historiador ler isto, ele terá AVC.

      • 1 – Renato, em primeiro lugar, já que você quer manter um site com textos como este, seria interessante você cuidar da escrita, que está cheia de erros, principalmente de acentos (já na primeira linha faltam dois acentos), mas também erros de concordância, entre outros.
        2 – Em segundo lugar, não tem nenhum governo colocando brancos contra negros; o que tem acontecido é apenas uma abertura para questões que envolvem minorias reprimidas há séculos (não só os negros, mas também indígenas, povos ribeirinhos, entre outros), questões que estavam abafadas e agora saíram ao aberto. É natural que, nessa situação, apareçam conflitos. Estes não devem ser abafados, mas discutidos, conversados, debatidos (não acho que devam ser reprimidos…).
        3 – Em terceiro lugar, você acha que não há escravidão nos governos capitalistas..? Pensar isso seria realmente uma falta de conhecimento da própria lógica do capitalismo.

  5. Sem ódio, e sem vontade criar guerra eu coloco aqui minha visão.

    Realmente existem muitos fatos desconhecidos da grande maioria.

    Mas o que pega é a herança cultural e o que a sociedade tem feito com povo de determinada raça ao fazer com que determinado sistema econômico e cultural funcione, e legado desta herança após o fim do sistema escravista.

    Dizer que o povo branco deve para o povo negro, eu não penso assim. Mas o povo referido como negro que escravizava os português, na verdade eram de origem árabe, e inclusive foram eles quem facilitaram o comercio de negros de outras regiões da Africa.

    • Sim, só em Moçambique existem mais de 100 povos negros diferentes, assim como existem milhares de povos brancos que foram exterminados do mapa ao longo da história.
      Por isso o intuito do texto não é causar ódio entre as pessoas e sim instigar a vontade de ser livre da escravidão estatal que mantém pessoas de todas as cores e traços reféns.

  6. Não há nada de científico nos seus artigos. Absolutamente… nada! Ler e tecer opinião sobre o que se leu é exatamente isso: opinião sobre o que se leu! E quando você fala sobre os sites nos quais se informou: mostra que não tem nenhum conhecimento do que seja ciência. Lamentável! Procure estudar com seriedade… não “cate” informações para legitimar suas ideias xenofóbicas.

  7. SOU ANGOLANO O NATIVO POVO DA AFRICA NORTE OS TAIS BERBER NAO SAO BRANCOS VOCE DIZ ISSO PORQUE ES RACISTA MASQUARADO ATRIBO TURCA INVADIU AFRICA NORTE EGYPTO ALGELIA POR ISSO QUE VE PESSOAS QUASE BRANCA LA

  8. Isso cala a boca do pessoalzinho da dívida histórica e dos que dizem que não existe racismo reverso pois o negro nunca teve poder institucional para ser racista ou escravagista.

    • Para quem não se deu o trabalho de ler os comentários, faço de minhas palavras os apontamentos de um cidadão português que escreveu mais acima e que desconstrói, fundamentadamente, as bases que sustentam esse artigo. Renato Furtado, reveja e reflita sobre seus propósitos e conceitos. Replico-os abaixo:

      Vejamos, há uma série de erros históricos aqui.

      1- Mouro não significa “negro”, significa “nativo da Mauritânica” que nada tem que ver com o actual país, mas com um reino norte africano composto por Berberes que são caucasianos. O nome “Maurício” quer dizer exactamente o mesmo. Fazer uma tradução literal da origem grega é portanto errado.

      2- “Mouro” adquiriu na idade média a posição de sinónimo de “Islâmico” ou “sob domínio Islâmico. Mais que um termo racial era um termo cultural. Os “mouros” do Al-Andaluz eram uma mistura de cinco povos diferentes e não um só, sendo o mais significativo (a esmagadora maioria), os Moçárabes, que eram europeus cristão sob domínio ou convertidos ao islão. A esses juntavam-se ainda judeus, árabes, soldados berberes e os saqaliba (os tais escravos da Europa de Leste). Quando falamos em “mouro” estamos a falar dessa gente toda e desses povos todos.

      3- Portugal nunca esteve 741 anos debaixo de domínio mourisco, aliás nem sequer perto disso. Portugal ficou debaixo de domínio Mouro entre 711 e acabou a sua reconquista em 1249, ou seja 538 anos depois, mais de 200 anos a menos do que afirmou. Foi Castela quem só terminou a sua reconquista em 1492. Nessa altura já Portugal tinha começado a sua expansão marítima há 77 anos! Já tinha colónias, descoberto os Açores, a Madeira, já tinha começado a exploração do ouro africano e do marfim, etc!

      Enfim, obrigado por nos tentar defender, mas acho que nenhum português tem vergonha da sua história. Nem mesmo da escravatura. O passado é passado e deve ser encarado segundo as mentalidades da época.
      Cumprimentos de Portugal…

      1- https://pt.wikipedia.org/wiki/Maurit%C3%A2nia_romana, o Romanos foram os primeiros a criar a “Mauritânea”.

      2- Não, não havia muitos negros. Não havia negros na verdade. O contacto dos portugueses com subsaarianos só ocorreu com a expansão marítima. Aliás, não havia sequer muitos árabes ou berberes, havia isso sim muitos judeus (que chegaram muito antes), como geneticamente é fácil de provar. A Invasão árabe foi feita com um pequeno contingente de soldados árabes e berberes sob o comando o Omíada Tariq ibn Ziyad, ele próprio possivelmente um escravo liberto. O seu sucesso foi obra das populações locais que definhavam sob os reinos germânicos e que por conta disso abriam as portas das cidades aos invasores. A rapidez deve-se portanto ao nativos e não aos poucos invasores.

      “A população sob o domínio muçulmano era muito heterogênea e constituída por árabes e berberes, uns e outros muçulmanos, moçárabes (hispano-godos que, sob o domínio muçulmano conservaram a sua religião, mas adotaram as formas de vida exterior dos muçulmanos), cristãos arabizados e judeus.”

      Quanto ao vitimismo das sociedade brasileira é um facto. Nós portugueses conhecemo-la como ninguém. Já não é coisa que nos apoquente.

      Os moçárabes, que constituíam a maioria da população, gozavam de liberdade de culto e tinham leis próprias, mas a troco dessas vantagens eram obrigados ao pagamento de dois tributos: o imposto pessoal de captação e imposto predial sobre o rendimento das terras.

      3- Se não se refere ao domínio de território português então está errado de qualquer forma. A utilização de escravos europeus por parte dos árabes e norte africanos (erradamente associados a negros nesta página), começou muito antes da invasão, teve patrocínio dos Romanos e acabou muitíssimo depois. Portugueses prisioneiros de guerra eram escravizados um pouco pelo mundo fora, etc.

      • BOMJA. Meu Caro amigo, a palavra ” Mouro ” etmológicamente, significa ” Preto “, escuro: Mouro, moreno Mauri, Moor, Amorreu amorim, inclusive classificação de homo sapiens africAnus levam esta nomeclatura. Não existe mouros entres as etnias caucasianas ou mongóis ( caucasóide mongolóide), somente entre os melanóides. Mouro esta para os povos pretos assim com o louro para os brancos. Os Euroafros MoraviAnus Aldalusos e Porto Galeses eram pretos, tambem chamado de Mauri pelos RomAnus, Eram de linhagem Judaica Cristãs; chamados de Hebreus Nigus, na decendencia Salomonica chamados de ” Sefaratins “, da Tribo dos Leões de Sabá. Os Criuolos Sarracenos do oriente eram mulssumanAnus, Os Visigodos (góticos), eram cristões e vassalos dos Romanos. Os ariAnus, eram Slavos ( escravos brancos), e também foram execrados pela inquisição. A inquisição foi feita sobre os Mouros porque eram Pretos e Judeus. O pretesto de que os judeus pretos mataram Crstos e que eram descendente de um filho preto de noé, foi o pretexto, para condenar os negros a escravidão perpétua, como esta escrito na carta do famigerado papa Alexandre o inquisitor racista. Contudo se 700 anos de colonização ainda hoje é chamado de invasão, então. o que acontece até hoje neste Brazil moreno descaradamente e´500 Anus de invasão. Os ” His “toriadores, do branktismo, foram e são os apagões da Mystória dos Pretos Mouros, e agora, não sabem nada sobre etmologia e etnia, pra compriender a Europa Moura e cultura astral dos EuroAfros MoraviAnus. Aldalusia, foi o explendor inteletual da Europa medieval, e a civilização EuroAfro dos Reis dos Reis de Sangue Azul, era a propria representação da nobreza Salomonica da Sabedoria e do bom viver, com educação de nobreza de fato. Com os mouros estavam guardados todos conhecimento Mysttcos e Mystóricos, da cultura Negra dos povos de etnia moura e de toda etmologia sagrada de Anu, AfricAnus. RomAnus. MulssumAnus, AriAnus e toda cultura Vatice Anus dos Pretores Negros Mouro, da Ordem de Melquesedeque, os Judeus da ordem separada de Israel, os verdadeiros Separados, por Jah. Bless.

      • Caro Renato, realmente algo lhe acomete, não tenho como mensurar o tamanho de seu porblema!
        Mas algo deve ser comentado, não há NENHUM tipo de semelhança entre os escravos que oa africanos negros obtinham com os escrevos que os brancos tiveram durante séculos e vou lhe explicar o porque:
        1) Porque os primeiros eram ESCRAVOS DE GUERRA! No caso pessoas de localidades invadidas pelos africanos negros e que por “perderem” a batalha “por seu território” seriam mantidos como escravos, mas isso era por um periodo X de tempo e não até a morte como foi feita pelos brancos.
        2) Como dito anteriormente os Escravos de Guerra eram escravizados unicamente por terem perdido uma batalha (e consequentemente suas terras) e não por possuirem um fenótipo diferente do de seus “donos”, como ocorreu na escravidão do povo AFRICANO NEGRO DETENTOR DE MELANINA EM ABUNDÂNCIA em seu corpo.
        Ah, vale lembrar que a escravidão foi legitimada pela igreja católica também, sob o pretexto de que ps negros “por possuirem uma deficiência de cor” não possuiam almas e assim não seriam considerados seres humanos e sim bens de consumo!
        3) Os escrevos oriundos da guerra JAMAIS poderiam ser comercializados, pois iria atentar “contra a sua honra” (a do povo vencedor, no caso), eles não eram vistos como propriedades, coisas e afins e sim como perdedores de uma guerra; algo que não ocorreu com a escravidão praticada pelos brancos.
        4) Os escrevos de propriedade dos brancos foram retirados de suas terras natais, postos NOS PORÕES de navios negreiros amontoados uns aos outros, acorrentados e por vezes sem água e comida, permanecendo assim durante dias (já que era uma viagem pelos mares de continente a continente e isso demora) para ao atracarem em portos serem expostos como pedaços de carne a serem comprados por senhores de engenho; sendos posteriormente realocados em senzalas sem ventilação, locais para dormir ou para fazerem suas necessidades fisiológicas. Sendo obrigados a trabalharem SEM remuneração debaixo de sol e chuva, doentes ou não sob a mira do chicote! Já os escravos de guerra não eram removidos de sua terra natal, nem comercializados e tampouco coisificados.

        Ah, mouro é a pessoa oriunda da antiga Mauritânia e existem estudos turcos que dizem que nem africanos eles eram e sim, turcos, do Império Otomano que haviam invadido o norte da africa e passaram a morar la, sendo por isso que os habitantes dali eram brancos (estou me referindo ao seu tom de pele e não nacionalidade).

        Sobre as cotas, meu caro Renato, os negros, os de verdade, marrons, não os misturados que não são lidos pela sociedade como brancos (porque o que vale é como a sociedade o vê!) são SIM vitimas de racismo DIARIAMENTE do momento em que põem os pés para fora de casa até o dia em que retornam!
        São quando o segurança do shopping o seguem achando que irão roubar algo; são quando andam na rua e uma senhora esconde a bolsa ao o ver, são quando some algo do local em que trabalham e já suspeitam sempre dele, são quando uma pessoa prefere ficar de pé num ônibus lotado a se sentar ao seu lado por medo de ser assaltada… bom, existem vários exemplos, só pontuei os que já aconteceram comigo e alguns que já vi com meus olhos que a terra há de comer.
        Contudo os negros não estão se vitimizando (e nem previsam), pois vocês brancos já o fazem diariamente, já nos tratam sempre como possíveis suspeitos, nós apenas apontamos o que vocês fazem como o que realmente é, racismo! Racismo este que VITIMA a população negra a décadas. Estes descritos aqui, estes sim DEVEM ter acesso as cotas pois são rejeitados em entrevistas de emprego por sua cor, assim como seus pais e avós muitas vezes foram e assim boa parte deles vem de familia pobre que não poderia arcar com seus estudos em uma faculdade particular, por exemplo, assim como não puderam arcar com uma escola de ensino fundamental e posteriormente de ensino médio particular, assim deixando esse negro em desvantagem de preparação com um branco que teve acesso a tudo isso; e não por incompetência, mas por falta de oportunidades!

        Ah, aos que bradam “cotas sociais e não raciais!”, já leram a lei das cotas? Deduzo que não! Mas vou lhes explicar, as cotas não são apenas para negros, já que a sociedade não tem uma divida apenas com este povo não, elas são para NEGROS E INDÍGENAS, mas também são para pessoas oriundas de escolaa públicas e com renda baixa, ou seja, não basta ser negro ou indio se a sua família possui uma renda acima da estipulada e o mesmo vale para quem é advindo de escolas públicas, se a sua renda familiar extrapolar a renda estipulada já era, não entra! Gente, não vai ter negro rico ou classe média usando as cotas e tirando a vaga de brancos pobres não, se acalmem ai.

        Outra correção:
        A escravidão no Brasil ocorreu majoritariamente nas áreas rurais, em fazendas e lá os escravos NÃO RECEBIAM NENHUMA REMUNERAÇÃO por seus serviços, a remuneração dos serviços feitos pelos escravos ocorria em pouquissimas ocasiões, ocorria para os escrevos que executavam “trabalhos de rua”, ou seja, os ferreiros, os cocheiros, as lavadeiras, os entregadores de jornais… vulgo os escravos da zona urbana e ainda assim ocorreu quase no final da escravidão, la por 1700-1800 e pouco.
        Então não tome como regra uma exceção!

        Por fim sim, ainda há escravidão na África negra atualmente e creio que seguirá a existir por muitos anos ainda e sabem porquê?
        Porque são Escravos de Guerra e ocorrem ainda muitas guerras na África entre povoados e povoados (o ocorriro em Huanda em 1994 com os Hutus e os Tutsis que o diga), mas estes escravos não são de maneira nenhuma comercializados!

        Os africanos negros possuem muitos defeitos intrínsecos em sua cultura, como o machismo e o esturpo como arma de guerra ( como todos os povos, menos os nórdicos que foram os únicos durante séculos a concederam direitos as mulheres, como por exemplo o direito a receberem heranças), o extermínio aos homossexuais, transexuais e crianças com má formação congênita (bem como todos os povos, menos os indianos no caso dos transexuais que são conhecidos lá como “hijras”/ o terceiro sexo) e o uso da guerra para a resolução de conflitos (como todos os demais povos, novamente). Mas o hábito de navegar em busca de novas terras, ancorar e tomar para si um território, mesmo que já tenha donos/ gente morando ali (como os portugueses fizeram com o Brasil), de ir a algum local e pegar, acorrentar e por navio a dentro pessoas para serem vendidas como escravas (como ocorreu no tráfico de escravos africanos negros), ir até outros locais, se estabelecerem la, retirarem todos os recursos naturais e matarem quem apresentasse resistência à isso (como na retirada de minérios, joias, ouro e afins da África e do Brasil) esses são HÁBITOS UNICAMENTE DE VOCÊS, BRANCOS!

        Já sobre a comparação da escravidão praticada pelos brancos contra os africano negros com o que o Estado faz para com a população que trabalha DE MANEIRA REMUNERADA através da cobrança de impostos além de descabida e relativista foi errônea, já que o dinheiro não vai pro Estado e fica com ele, a população recebe seu retorno através de obras de pavimentação, escolas públicas, hospitais públicos, segurança pública… diferentemente do que ocorria na escravidão em que tudo produzido pelos escravos ia para os senhores de engenho, os escravos apenas recebiam roupas esfarrapadas, comida podre e chibatadas!

        Ah, uma observação, em resposta a um comentário você disse ter algumas descendencias, mas uma me chamou atenção, a Tupi, você sabia que seus antepassados Tupis puros foram dizimados pelos colonizadores brancos, quase extintos, certo?
        Se não sabia, surpresa, esta é a realidade.

        Leia sobre a história de cada povoado que citei acima, junte a sua pesquisa e consulte um mapa antigo de geografia e veja estudos feitos pela biomedicina moderna, assista Rotts (raízes para o português brasileiro) e alguns filmes que narram a história da Klan (K.K.K dos EUA), bem como os brasileiros de época que retratam a escravidão e a constituição do Brasil, especialmente as partes que tangem sobre as responsabilidades do Estado e as diferenças entre Igualdade Formal e Igualdade Materal, veja também o tratamento que os escrevos recebiam, estas são algumas de minhas fontes para a construção desta réplica

        Vocabulário: igualdade formal é a que diz “todos são iguais perante a lei” e devem ser tratados como tal, já a igualdade material diz “trate os iguais na sua igualdade e os desiguais a medida das suas desigualdades”. Ex: cotas (já lhe disse acima que são tanto raciais quanto sociais), já que as pessoas de baixa renda, geralmente negrose indios não possuem iguais oportunidades de estudos que boa parte dos brancos, já que isso necessita de dinheiro, coisa que pessoas pobres não tem “sobrando”, por vezes ao comprar um pão a noite não poderão comer de manhã, por exemplo.

        Boa leitura se quiser se atualizar, pois você precisa, Renato.

        • Bravo! Este foi o melhor comentário deste blog até agora, pelo menos na minha opinião, sem querer desmerecer os demais. Muito bem fundamentado e coerente.

          Embora se mostre completamente contrário à opinião do Renato Furtado, assim como eu, o escritor se expressou com respeito e com decoro, o que também é muito importante. Afinal de contas, a escravidão nada mais é do que a violação, em último grau, desses últimos dois preceitos.

  9. BOMJAH. Meus ilustres amigos, pesquisadores. Posso Audar? ” A TABLA DA HUMANIDADE ( Genese 10) YESHUA disse: Dai a Cesar oque é de Cesar ” e colou com os tres Reis Arkmagus e por acaso eram todos ” Negros ” (Reis), a saber: Gaspar (Etiópia) Baltazar ( Arabia Persica) e Belchior ( India ou IndoCuxe). Me desculpe, na havia entre eles nem um imperador europeu romano, ou da tribo de Jaffer ( Irmão branco de Ham ou Cam), mesmo porque os romanos eram inimigos de Yeshua ( Jesus). E muito menos Reis europeu, porque naquela época Cristã Judaica, não haviam reis na europa, nem mesmo em roma. Os Papas sómente coroavam Cesares. Estes Cesares não permitiam reis, ou outros titulos de nobresa, entre seus vassalos, visigodos, francos, celtas, galicos e todos outros, que chegavam a ter somente conde e condados, e so assim eram vassalos dos papas, e poderiam ser atendidod, atraves destes por roma. Os romanos não permitiam, coroações, de titulos de nobreza, reis etc, porque classificavam como tiranos. Os EuroAfros eram Reis civilizados ( Taxados de Berbers ou barbaross pelos historiadores, do brankitismo), eram Reiss nobres com cultura de Reis, de grande sofisticação e educação. “. OS EUROAFROS, NÃO ESCRAVIZAVAM BRANCOS NA MORAVIA. OS MORAVIANUS, ALDALUSOS ERAM PRETOS JUDEUS E NÃO ERAM ARABES SARRACENOS. Olha: primeiro que os EuroAfrosdescendentes Mouros, não eram Sarracenos. Os mouros, eram sim Arabes Pretos, mas Judeus Cristã. Os Sarracenos mulçumanos eram chamados negros, mas eram criUolos, misturas de tribos Seleucidas ( mistura etnica macedonos helenistas com Nigus persas. Alexandre após invadir a persa negra, casou-se e a 9.000 de seus soldados para manter a dinastia na persia, que acabou com a volta de um Rei negro da tradição Sassanida. Expulsos esta casta crioula da percia, de cultura helenista, viraram nomades milenares, pelo oriente, até servirem o Islam, e se juntarem a outras tribos nomades Africanas, os Vanjes ( Negros pretos africanus) e Mamelucos negros do Egito. Estes ao se juntarem conquistaram a turquia e viraram os Sultoes Turcos do oriente médio, e sufocaram or Emirs de Méca. Na Morava dos Judeus Pretos, tratavam com denominações especificas e etnicas, Preto para cor da pele e Negro para a cultura, oque confunde até hoje. Primeiro que a palavra negro naquela contemporaneidade não se limitava a cor mas a cultura de Reis Nigus, ou Reis dos Reis de Sangue Azul. Nesta cultura teocratica, a palavra negro significava ” Rei ” e Mauri ou Mouro ” Preto ” de Cultura de Reis Mouros totalmente diferente de cultura romana Imperadores democraticas laicos. Os Mouros eram pretos mesmos, mas não eram sarracenos, eram judeus negros, e por isso foram escravisados pelos cristões e pelos mulçumanos. Os mouros nunca invadiram a Espanha, foram chamados para livrar os Slavos (escravos brancos das mãos dos Romanos. Os Mouros eram judeus civilizados e toruxeram a cultura Moral e Civica, e a Moratória. Faziam igrejas e palacios, não faziam cinagógas como os judeus orientais e os Sarracenos, estes sim invasores. Se ninguem podia com os romanos na Europa, os Mouros sim, mantiveram os romanos afastados da espanha 700 anos. E se não fosse os cristões e muçumanos começarem as guerras sangrentas religiosas, todos conviveriam bem com os mouros de cultura Judaica, tafares da Tribo de Judá. Infelizmente esta separação foi feita por etinia, foi racial e preconceituosa, onde os cristões diziam que: Os mulçumanos eram adeptos de Satã ( maomé0 e os Judeus Negros haviam matado cristo, e que descendeiam de um filho preto de Noé Ham ( can), amaldiçoado pelo pai. Mentira. O discurso foi sobre o filho de Ham ( can) Canaã, nome que por acaso significa ” Albino ” ou seja com falta de melanina. Partindo deste ponto de vista, é uma grande inverdade que os negros escravisaram os brancos, que tambem são pretos sem melanina. Branco escavisava branco e preto, mas principalmente pretos, por quaestões hegemonicas e mintiras religiosas. Agora, não tem jeito. Branco ecravisar Preto é filho escravizando e judiando de pai e mãe por simples maldade e interesse de poder, mesmo porque os cidadões de cor, ou Pretos é sinonimo de genero protótipo na raça humana, e o Branco falta de melanina, consequencia natural, como assombração e fantasma, mais e menos elementos naturais da tabela periódica, onde todos compostos e gases nobres tem melanina, porque tudo se deu a partir da escuridão. O genero melaniano:.( Pretos) Mouros, Crioulos, Sararas, Mamelucos, Mulatos, predominam fazendo dos de cultura negra a maioria dos seres humanos, em segundo os mongóis ( amarelos ) e por ultimo os caucasianus ( branco). Mas todos filhos de ” ANU ” dos AfricAnus, de onde vem todos CaucasiAnus e VaticAnus. Um detalhe, os Romanos eram mistura de pretos com brancos, desde Tróis, odiavam os gregos e faziam dos visigodos (portugueses brancos) seus escravos Vassalos). Suas leis Romanas Pretorias eram dos Pretos e os Cesares faziam seus juramentos nos pés da deusa Etiope Aurora, destruida por ordem do papado, após conversão para o catolicismo. O Branktismo é uma falsa ideologia, implantada na litaratura, européia, durante todo tempo de escravidão, dos mais antigos da humanidade, que só fez suprimir fatos mystóricos, para contar errado a ” His”toria dos outros, mas a verdade, vieram com as arvores do paraiso, sem a qual não haveria Adão e Eva brancos, porque sem o verde não haveria fotossintese. Desculpe meu pessimo portugues, não sou bom em letras góticas, nem algarismo romano. Jah Bless

    • só duas perguntas 1º quais foram os imperadores romanos coroados pelos Papas
      2º os islâmicos invadiram a ibéria em 711, o império romano do ocidente terminou Por 476, quando Odoacro depôs o imperador Rómulo Augusto, o Imperador Romano do Ocidente. Existe aqui uma diferença de mais de 200 anos: isto é verdade ou mentira ou existe outra explicação

  10. parabéns Renato excelente artigo. infelizmente a mídia de massa não só brasileira mas Hollywood também só ficam levantado a bola da rivalidade Brancos x Negros. gostaria de pedir mais informações sobre os irlandeses sendo os primeiros escravos trazidos ao Brasil.

  11. Interessante. Mas é importante ressaltar que os portugueses são o povo europeu com a maior quantidade de sangue africano subsaariano. Sérgio Buarque de Holanda já dizia que eles eram um povo mestiço ao jogarem-se aos mares. Isso, por um lado, facilitou a adaptação deles ao mundo africano. Por outro, mantém um complexo de inferioridade por parte deles que existe até hoje – o que faz alguns nacionalistas deles terem raiva de brasileiros de origem alemã, italiana, polonesa, russa, etc por sentirem-se inferiores a eles, como um preto/mulato diante de um branco. E também um certo vitimismo. Nós sabemos disso mais do que qualquer outro.

    De qualquer maneira, bom apanhado! Parabéns! Muitas informações importantes.

  12. cara, que tremenda bobagem! o sistema político financeiro vigente hoje é baseado na escravidão africana. Basta!

  13. Resumindo. estuda história e se embase. a pesquisa historiográfica é algo sério. ela atende a determinadas metodologias que a fazem ser reconhecida, a saber;
    1- fontes documentais – leis, cartas,ordenações, etc – escritas no período. são chamadas de fontes primárias. Hoje podemos incorporar jornais, revistas, filmes, desde que de época, isto é, produzido na época do estudo.
    2- fontes secundárias: livros sobre o tema.
    Vc escreveu um conjunto de asneiras para justificar a ode jumentoliberal: somos escravos pq. pagamos impostos. Também não gosto do modelo tributário brasileiro que cobra encargos caros e pouco oferece. Mas não somos escravos.
    Resumindo: vai estudar meu filho!

  14. Olha, eu li a matéria, as referências e “todos os comentários”. Quando procuro uma informação, eu não aceito a primeira que encontro, e adoro ler as críticas para conhecer o outro lado da moeda de tudo! Devo expor minha opinião da seguinte maneira:
    1- Acredito que quem postou informações aqui, não as inventou! Mas vejam só, quantas controvérsias temos a respeito da Bíblia, do estudo do universo, das teorias dos cosmos, do próprio surgimento da raça humana?!!
    A gente cava, cava, e sempre encontra novas evidências históricas ou científicas, quando muitas vezes os eventos ocorrem de acordo com sua época e são repassados com as ferramentas que se tem à mão. Então vc viveu na época para dizer oq está certo? Isso nunca tem fim!! Vc sempre terá acesso ao que querem que vc saiba, apenas isso, são jogadas políticas e de interesse próprio em que pode estar envolvido aquele que vc defende.

    2- sou negra e sei bem o que é racismo! Mas já vi negro negar a própria cor! Tive uma mãe branca que me defendeu de outro branco. Percebo que negros procuram casar-se com brancos por interesses econômicos, questão de status. Então não é que o negro se coloca como vítima, mas apenas tenta compreender em que momento passou a ser preterido.

    3- Renato, vc disse que o foco da sua matéria é a escravidão estatal, mas vc dedicou 98% do conteúdo à escravidão de negros com conteúdos questionáveis, o que gerou tanta hostilidade e ficou complicado te entender. Até o título chama atenção para a escravatura já mencionada.

    Por favor, deixo aqui um apelo à todos! Nem sei descrever o quanto fiquei envolvida nesse blog, e o que se passa aqui dentro, mas parece mais uma guerra fria! Até agora não chegaram a um consenso! Eu buscarei a minha verdade! Busque também a sua, mas lembre q vc só pode ter certeza sobre a sua vida! E se for compartilhar seu conhecimento, cite as referências para que tudo fique mais interessante!

    • Quer falar da Bíblia e vem com essa historinha de controvérsia, filha presta atenção, esse texto esta desconstruindo tudo que você estudou nos livro de história, sera também que tudo que você estudou não seja manobra para te manipular a não conhecer a verdade? Busque a verdade e tenha suas próprias experiencias, vejo que você é daquelas que bota o bundão na cadeira e fica lendo as coisas sem nem ao menos olhar para o céu, você já percebeu que a lua só mostra uma face, já percebeu como é inconcebível tirar foto estática da terra no espaço? Já viu como as fotos da nasa são grotescamente diferente no decorrer dos anos… A ciência moderna é uma religião, que cega os preguiçosos, a bíblia é um caminho que só conhece aquele que ousa a caminhar, e só enxerga o sobrenatural que segue a verdade de Jesus… Eu já vi milagres, já fui canal para milagres, sou um milagre tudo porque pedi a Deus que se mostrasse real na minha vida… Ao invés de querer ficar contradizendo ousei querer beber da água da vida… E OUTRA COISA NINGUÉM CASA COM BRANCO POR INTERESSE ECONÔMICO, FALA ISSO PRA BRANCA QUE CASOU COM O PELÉ, COM ETTO, BALOTELLI, OU COM POGBA NEGROS COM DINHEIRO, INTERRESE ECONOMICO INDEPENDE DE COR? NÃO INCLUA OUTROS NAS SUAS BOBEIRAS POR GENTILEZA!!!

  15. Tá passando vergonha, minino. Dá uma pesquisada em dados do IBGE, IPEA e adquira um pouco de conhecimento sobre a situação do negro no Brasil (quanto à violência, educação, remuneração por trabalho – e também profissões, posição social), pra falar sobre vitimismo. Sou universitária, negra e cotista. Na minha turma da faculdade SÓ existem outros DOIS negros que também são cotistas. É possível que você tenha tanta cara de pau de nos chamar de incompetentes e todos os outros que estão fora da universidade também? Vocês brancos tem alguma coisa biológica que lhes confere mais inteligência e/ou força de vontade? Percebe o quão simplista e violento é você chamar um monte de gente de incompetente? Quão descompromissados são os liberais sem noção como você.

    • Gostaria de inserir uma informação sobre cotas para negros e índios. Quando os pardos foram incluídos junto aos pretos na classificação negra, isto se deu a partir de uma perspectiva expressamente científico. O quesito cor foi retirado do recenseamento justamente para comprovar as teses de que vivíamos sob uma democracia racial. Ativistas e pesquisadora(o)s acusaram o golpe. A partir da década de 1970 o quesito cor voltou. O professor Carlos Hasenbalg (Iuperj) analisou os resultados da Pnad’s/IBGE 1976 (?!?) e constatou que pretos e pardos tinham o mesmo desempenho estatístico. Isso comprovou a pesquisa de pós-graduação do professor Oracy Nogueira, que o levou a concluir que o racismo brasileiro é de marca, que por sua vez, confirmou a expressão popularizada desde antanho: “escapou de branco, preto é. Outras pesquisas e o um simples olhar sobre o cotidiano brasileiro permite a verificação dessas conclusões. A universidade brasileira, que resistia bravamente às cotas, com a discussão, viu-se exposta exclusivamente branca. Aí o jeito foi aquiescer e sustar tal exposição, além de controlar os desdobramentos. Um abraço!

  16. > Jah. Uma grande confusão histórica e academica é confundir Mouro com Sarraceno. Os Mouro Pretos sairam Judeus da Mauritania com Gibraltar ( Gabriel Tarick), e chegaram como Judeuus Negros na Europa antes dos Sarracenos Mulçumanos escravagistas. Os Mouros eram Pretos, distintos da crioulagem Sarracena. maometana. Os Mouros hebreus Negros, cultuavam a Rainha de Sabá, reis Magos, fizeram todas as Igrejas da espanha enclusive a francesa Notre Dama. Os muçumanos dominaram a Africa Marroquina e Mauritania, mas não converteram os pretos europeus da Moravia, que se manteve Judaica até o ultimo instante, quando foram, escravisados. Desta escravisação participaram brancos cristões e negros Sarracenos crioulos ( mestiços ). A escravidão se deu em cima dos pretos, Preto galeses e Lusitanos que constituia a maior parte camponesa de Andalusia ( Espanha), de Mourama de grande proporção, pequenos reinados, e cultura mourisca. Os Mouros eram Judeus separados, chamados verdadeiraente de Sefaratins. Os Judeus não Mouros faziam cinagogas assim como os Sarracenos. Os castelos, os contos das Moiras encantadas, e até mesmo o sistema Moral e civica e o processo de Moratória, na Moravia Preta, foraa implantados pelos mouros dentro do sistema teocratico, ao contrario do sistema democratico, que apoiava os imperadores e não os Reis. Os mouros e seus costumes, Reis Magos,irmandade do Rosário, São Benedito, e outras ordens religiosas, vieram com os Mouros pretos de Lisboa e Porto Gales, detrás do Minho, e virou cultura Morena e cabocla no Brazil. Os Euro Africanos, que ninguem reconhece, chegaram aqui, com a colonização, expulsos e execrados da europa, quase sem ano antes dos negros africanos. Os primeiros escravisados no Brazil eram os negros da terra ou Indigenas. Os negros de Gibraltar ou EuroAfros, eram chamados Porto Galeses, diferente dos visigodos brancos portugueses, que tomaram as terras de portugal, da cultura Moriscas. Portanto justifica grande parte dos Ticos ou Pretos, ou cristões novos, serem proibidos de expressar a cultura Judaica aqui no Brazil. A enominação Moreno para os Pretos braziliaanus, não vem da Africa e sim da Moravia Européia, nossa decendencia Euro Afros que os etnocentristas fazem questão de ignorar,porque ai esta a verdade histórica da maior civilização Negra da Europa a Moravia de Gibralta. Da mesma forma escondem a mystória de Chico Rei o Rei ligitimo Mouro, era dosno do Ouro dos pretos de Minas e que, institucionou a Folia de Reis no Brazil, sendo Ele o primeiro Rei brasileiro, sendo que D Pedro era Imperador não rei e isto faz a diferença. Eu sou criador da cultura Nigus do Brazil e defendo o estudo dos EuroAfros descendentes, e a cultura Morena do Brazil, como parte Mystórica, ignorada, de grande relevancia para o Brazil. Jah Bless.

  17. então é isso, realmente foi tudo uma ilusão, aliás está sendo até hoje, o negro não é alvo de preconceito, não é discriminado nem inferiorizado diariamente, não passa por situações onde pessoas sem caráter expõe sua raça como inferior discriminam sua cor, ou pior os consideram uma sub raça…. …………………..nossa que esclarecedor, é tudo uma imposição do governo….
    bela forma de implantar o preconceito intelectual, …… mas por favor, vai querer dizer também que os brancos já foram barrados em lugares pela cor clara da pele, já sofreram bulling ou tiveram a companhia rejeitada porque os bichinhos são tão clarinhos…
    Isso sim é o que se chama na net de OCOmentário, porque documentário tá longe de ser….
    tempo perdido ler isso…
    mas agora já sei sou branco e vou começar a morrer de pena da minha pobre raça que na verdade é real vítima de todo um sistema.
    mas sabe o que é mais idiota do que escrever isso…
    são pessoas entrarem aqui agradecendo pelo artigo…. kkkkkkkkk

    • “então é isso, realmente foi tudo uma ilusão, aliás está sendo até hoje, o negro não é alvo de preconceito, não é discriminado nem inferiorizado diariamente, não passa por situações onde pessoas sem caráter expõe sua raça como inferior discriminam sua cor, ou pior os consideram uma sub raça…. …………………..nossa que esclarecedor, é tudo uma imposição do governo….”

      A deixa de falácia do espantalho. Partindo pra baixaria hein? Só falácia ad hominem e tenta desqualificar o argumentador ao invés de rebater os argumentos

      “bela forma de implantar o preconceito intelectual”

      Mais falácia do espantalho. E mostre onde está o preconceito intelectual? Preconceito intelectual é o teu seu canalha o seu ao usar ad hominem o seu ao usar de falácia do espantalho.

      Aproveita e vai pedir ao branquelo fidel castro ou ao racista Karl Marx “Será que é falta de sorte que a magnífica Califórnia tenha sido tomada dos preguiçosos mexicanos que não sabiam o que fazer com ela?” olha uma frase racista de Marx seu canalha.

      Numa carta de julho de 1862 para Engels, em referência a Ferdinand Lassalle, seu competidor político socialista, Marx escreveu: “…é agora completamente evidente para mim que, como provam a formação de seu crânio e seus cabelos, ele descende dos negros do Egito, presumindo que sua mãe ou avó não tinha cruzado com um preto. Ora, essa união de judaísmo e germanismo com uma substância negra básica deve produzir um produto peculiar. A impertinência do camarada é também característica dos pretos”

      olha só mais racismo

      E quando ele diz que alguns “povos inferiores” perecerão no holocausto revolucionário?

      “Estando em sua qualidade como preto, um grau mais próximo do resto do reino animal do que o resto de nós, ele é sem dúvida alguma o representante mais adequado desse distrito”

      Veja só acima frase de engels referindo se a Paul Lafargue . Toma vergonha em sua cara.

  18. Renato, parabéns pelo texto. Para quem pode entender a essência, é de grande valia. Ninguém é vítima. O homem é o algoz do homem. Viemos de um mesmo lugar, vivemos no mesmo lugar e iremos para o mesmo lugar. Uns acreditaram que a questão era racial. Eu acredito que ter atribuído este cunho (racial) tenha sido por conveniência e, justamente, para levar ao conflito racial, em detrimento da grande verdade, que era a de submeter SERES HUMANOS a trabalhos forçados, que maximizaram (e maximizam) os lucros dos seus “senhores”. O que vemos no Brasil: os senhores que nos governam nós, escravos, submetendo-nos, por ignorância, às vontades deles.

  19. Só dou este conselho: antes de escrever o que quer que seja em relação à Península Ibérica, deve estudar a história de Portugal e da península. Está aqui uma senhora confusão!!!!

  20. Cara,

    nem todos mouros eram morenos, alguns eram brancos do cabelo preto, como muitos portugueses, espanhóis e árabes.

    Durante o domínio árabe na Península Ibérica não houve escravidão em larga escala,havia uma grande tolerância religiosa e liberdade para fazer negócios, muito maior do que havia no resto da Europa metida na Idade Média. Foram os árabes que preservaram o conhecimento da Antiguidade e trouxeram grandes inovações como o papel e os números indo-arábicos. Os reinos árabes não praticavam a escravidão em larga escala como base da sua economia como iria ocorrer posteriormente na América.

    É muito exagero dizer que os árabes (mouros, nem todos negros) escravizaram os portugueses. Não eram negros, eram no geral mais escuros que os portugueses da época pois tinham o cabelo mais escuro e alguns eram morenos como do quadro que aparece no vídeo, mas se você ver o quadro chamado “A expulsão dos mouriscos” verá que a maioria seria considerada branca no BRasil, assim como muitos portugueses de hoje que descendem dos mouros.

    • Olá, Renato! Tudo bem?

      Acabo de ler seu artigo e gostaria de deixar alguns comentários, até para que possamos juntos amadurecer em relação ao tema.

      Concordo com você quanto à existência de escravos brancos de origem europeia sobretudo na Antiguidade e na Idade Média. Creio que, quanto a isso, não há controvérsia, tendo tido o clássico filme “Spartacus” (baseado em fatos reais e recentemente regravado) grande repercussão na atualidade. Entretanto, vale lembrar que, embora usemos a nomenclatura “escravidão”, não significa dizer que este instituto perverso tenha tido as mesmas características ao longo de toda a História. Por exemplo, na escravidão africana (de negros por negros), os filhos dos escravos nasciam livres e era possível, como já ocorreu, de um escravo se tornar rei. Entre os hebreus, eram vedados o rapto de estrangeiros para fins de escravização e a comercialização de escravos. Caso houvesse lesão decorrente de castigo corporal aplicado pelo senhor hebreu, o escravo deveria ser liberto.

      Sendo assim, a escravidão europeia a partir da Idade Moderna, se tornou ainda mais cruel do que as modalidades anteriores, pois gerou uma visão “coisificada” do escravo, que era visto como uma figura análoga aos animais domésticos, uma mera mercadoria que servia única e exclusivamente para atender aos interesses de seu senhor. Tal perspectiva, por óbvio, não findou com a Abolição da Escravatura no Brasil em 1888, mas antes teve direta influência na formação da sociedade que se seguiu. Os negros e pardos (frise-se que estes últimos também foram escravizados no Brasil) continuaram a ocupar os postos mais baixos da sociedade, a possuir pouca ou nenhuma educação escolarizada e, enfim, a ser associados à miséria, à ignorância e à criminalidade.

      A política de ações afirmativas (comumente denominada de cotas, embora não se limite a estas) foi um termo inicialmente utilizado na África do Sul em meados da década de 1990, para tentar resolver as mazelas deixadas pelo atroz regime do “Apartheid”, já no governo de Nelson Mandela. Tal política se expandiu para os EUA e chegou até o Brasil. As ações afirmativas, longe de serem um forma de gerar ódio entre negros e brancos, têm como objetivo minimizar as diferenças entre pessoas, quando um determinado grupo foi historicamente desfavorecido no acesso a recursos necessários à ascensão social (negros, índios, deficientes físicos etc). As ações afirmativas não impedem que o Estado crie outras políticas públicas a fim de acabarem com as desigualdades, como, por exemplo, a universalização do ensino público e gratuito de qualidade. Sendo alcançado este último objetivo, as cotas perdem a razão de ser, pois todos estariam em pé de igualdade. Mas infelizmente isto ainda está longe de ser realidade no Brasil, tendo em vista a alarmante diferença entre a educação pública e a privada…

      Quanto ao ódio ou rivalidade entre etnias, supostamente gerados pelas cotas, não vejo evidências concretas e gerais no Brasil nesse sentido. Sou pardo e tenho ótimo relacionamento com meus amigos e parentes bracos. A rivalidade ainda existente é um legado direto do sistema escravista e inerente a ele. Felizmente, no Brasil, não há uma hostilidade tão patente como nos EUA, onde a formação de grupos de ódio se remonta a períodos anteriores à Guerra Civil, não tendo origem nas cotas, que também são aplicadas lá. Pelo contrário. Houve uma maior integração social, e podemos ver negros e pardos ocupando altos cargos públicos e privados, como médicos, advogados, Presidente da República (Obama estudou em Havard), o que ainda não ocorre aqui.

      Sou mulato, estudei Direito em um universidade federal, me formei em 2010, quando ainda não havia cotas na UFRJ. Eu simplesmente era uma exceção étnica: em uma turma com mais de 100 alunos, os negros e pardos não chegavam a 10. Por quê? Será que os negros não tinham competência para passar no vestibular? Ou não tinham condições de frequentar os caríssimos cursos preparatórios criados para a elite carioca?

      Quanto à relação que se fez no artigos entre os negros e pardos brasileiros com os árabes ocupantes da Península Ibérica, não podemos fazer generalizações arbitrárias apenas levando-se em consideração a cor da pele. O fato de os árabes terem sido possuidores de escravos não torna a condição dos negros no Brasil mais favorável, nem gera preconceito em relação aos brancos (a maior parte dos brasileiros nem sabe que houve essa escravidão). Por outro lado, não seria razoável uma proteção por cotas aos descendentes de finlandeses de Penedo/RJ, por exemplo, apenas porque em algum momento da História os finlandeses foram escravizados, bem como outros povos eslavos, pois isso não teve repercussão direta na sociedade brasileira. Nenhum finlandês será menosprezado, humilhado ou terá negada uma porta de emprego por causa de sua cor branca no Brasil.

      No que diz respeito aos impostos, embora seja questionável a pesada carga tributária brasileira, os tributos (impostos, taxas, contribuições de melhorias, empréstimos compulsórios e contribuições especiais) são a forma de financiar o aparelho estatal e os serviços públicos dos quais nos beneficiamos todos os dias, como educação, saúde, segurança pública etc. Se há corrupção isso é uma outra história, que não tem nada a ver com escravidão.

      Agradeço a oportunidade de expor minhas ideias, e desde já sugiro a você e a todos quantos lerem este artigo e que se interessem pelo tema o livros “A cabana do pai Tomás” e sua sequência “Chave para A cabana do pai Tomás”, ambos da escritora americana Harriet Beecher Stowe.

      Um abraço.

  21. Os povos islamicos não evoluiram em nada em suas leis, mais especificamente a lei da sharia. Na sharia ter varios itens há muito abolidos nas leis ocidentais, e escravidão é um dos itens mais escandalosos ainda presente na sharia que é imutavel justamente porque essas regras foram dadas por Deus ao profetas deles e eles ainda acham estranho 16 estados americanos rejeitarem a Sharia. Coisa para se rir se não fosse tão serio.

  22. Deve ta sendo difícil demais ser branco, cristão, hétero, rico e homem pra vocês, com nós querendo tirar seus PRIVILÉGIOS.

  23. Mas esses escavos portugueses foram tratados do mesmo jeito do que os negros na época da colonização da América? E os escravos dos Romanos? E os Egípcios? Como eram tratados, professor?

  24. Excelente texto, professor! Muito esclarecedor e principalmente, mostrando uma parte esquecida da história. Os mouros eram formados também por descendentes de ibéricos convertidos ao islamismo, certo? Então é correto afirmar que os negros escravizaram os brancos?

  25. Texto maravilhoso! Vi um monte de gente tentar rebater, mas não conseguiram. Muitos aqui tentando rebater e deixando se levar pela emoção, preferiram tampar os olhos para a realidade dos fatos. Querem que coloque sempre o negro como coitadinho e oprimido, mas sabemos que não é bem assimóvel. Haja paciência para esse povo que gosta de tomar o título de oprimido. Eita chororô. ……..

  26. kkkkk e vá entender,negros sempre foram os “tais”…fizeram e fazem tudo “andar”,ráça fórte e destemida e tem sangue da mesma cor de outras “cores” de humanos, até fazem doações de sangue, fomos escravos porque “podería-mos resolver as paradas”,resistimos o chicote de outros humano, superamos a fome e si for preciso tamos aqui enquanto fôlego tivermos.Pode taxar imposto que a gente paga,tem cota aceitamos. Há…RACISMO!! só angustia quem os tem,não sofra ser humano kk!!
    .
    OBs: SÓ NÃO QUEREMOS SER HERÓIS,QUEREMOS VIVER ,E DIZER :CONSEGUIMOS DE NOVO!!!

  27. Parabéns pleo artigo, não se preocupa com o esquerdopatas eles estão te enchendo por causa da perda das tetas do governo e vêm parar em sites com esses.

  28. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk quanta merda! eu nunca li tanta merda cara! vai estudar! burro otário.

  29. A escravidão começou na Pré-História a escravidão surgiu há cerca de 10 mil anos, quando prisioneiros de guerra eram capturados para trabalhar nas lavouras. Os criminosos e indivíduos que não conseguiam pagar suas dívidas também se tornavam escravos. Do séc. XVI ao séc. XIX, os europeus trouxeram cerca de 10 milhões de negros da África para as Américas. Brasil recebeu 38% dos escravos. A América do Norte ficou com cerca de 6%.
    A Grécia veio a tornar-se a primeira civilização da Antiguidade que institucionalizou o escravismo.
    Em Esparta os escravos eram propriedade do estado e ninguém poderia ser considerado dono de um escravo e a escravidão não era para fins comerciais. Esses escravos geralmente eram prisioneiros de guerra, quando um povo entrava em combate contra outro aquele que perdesse virava escravo.
    Na Roma a única restrição jurídica contra um ex-escravo impedia-o de exercer qualquer cargo público, além disso, o proprietário do escravo era obrigado a dar uma boa alimentação e a manter o escravo bem vestido. No século I, os senhores eram proibidos de castigar seus escravos até a morte e, caso o fizessem, poderiam ser julgados por assassinato. Um senhor poderia dar parte de suas terras a um escravo ou libertá-lo sem nenhuma prévia indenização.
    No Egito um escravo não era visto como uma mercadoria, e sim, como um humano embora pertencesse a um determinado dono. Ele podia adquirir propriedade, testemunhar em tribunais e casar-se com pessoa livre. Os escravos também compunham a sociedade egípcia e assim como em Esparta, geralmente eram prisioneiros de guerra.

    estuda e deixa de ser um mero reprodutor!

  30. Norte-africanos são caucasiano e não negros, ‘Mouro’ vem do Latim ‘Maurus’, que significa ‘escuro’ e é referente ao tom de pele oliva de povos do Mediterrâneo e Oriente Médio

Comente para que eu possa evoluir a cada artigo