9 Verdades históricas que seu professor de História não sabe ou finge que não

Eu poderia citar muito mais, mas como está na moda falar 9 verdades, vou me limitar a 9 fatos históricos que seu professor de História além de provavelmente não conhecer, ainda te ensinou errado.

  1. Não existe evolução das espécies e sim a seleção natural das espécies
  2. Somos todos filhos de Noé.
  3. O estado não foi uma necessidade ao surgimento das cidades, a maioria dos povos não eram submetidos ao estado.
  4. O aumento da produtividade que possibilitou aos pobres de hoje qualidade de vida superior a dos ricos de antigamente
  5. Judeus foram perseguidos pelos últimos 2 milênios
  6. Os escravos negros eram como qualquer outro escravo
  7. Índios não foram massacrados pelos portugueses
  8. Os palestinos não são árabes
  9. O desenvolvimento de um povo está ligado a Liberdade e não ao tipo de colonização

1. Não existe evolução das espécies e sim a seleção natural das espécies.

Ao contrário do que nos ensinaram, nunca houve evolução das espécies, jamais uma espécie deu existência a outra, isso nunca foi provado. O evolucionismo surgiu de forma racista onde alguns seres humanos se consideravam a evolução de outros e passaram a ensinar isso nas escolas para que o racismo se tornasse algo natural. O que de fato existe é a seleção natural das espécies, ou seja, o número de espécies era muito maior do que o atual, mas com o tempo houve uma seleção natural das espécies de acordo com as mudanças que ocorreram no planeta.

A extinção das espécies é natural, sempre ocorreu e continuará ocorrendo, não devemos acreditar que a culpa é do ser humano e que devemos mudar nosso estilo de vida para cessar a extinção das espécies, pois mesmo que vivamos na miséria total, as espécies continuariam entrando em extinção, somente a evolução tecnológica pode dar novas funções para espécies fadadas a extinção, dessa forma serão protegidas para serem utilizadas pelos seres humanos e não serão extintas. Estou escrevendo um artigo detalhado sobre como esse argumento mentiroso é utilizado para manipular e escravizar o ser humano.

2. Somos todos filhos de Noé

Apesar da maioria dos professores não acreditarem na história de Noé ou considera-la como simbólica, o dilúvio realmente existiu, aproximadamente no ano 2.318 A.C., ou seja, a história da humanidade recomeçou a 4.300 anos atrás. Além das provas físicas e geológicas que estão nas fontes desse artigo, eu realizei um cálculo para provar pela matemática também.

Considerando que o dilúvio ocorreu, isso significa que a população mundial passou de 8 adultos (Noé, seus 3 filhos e suas esposas) para 7 bilhões de pessoas, em apenas 4.300 anos. Se dividirmos os 4.300 anos por 30, podemos dizer que se passaram 143 gerações desde o dilúvio, para chegar na população atual, bastou apenas um crescimento de 15,71% a cada geração. O que é um número aceitável, pois apesar das gerações anteriores as anos 70 terem muitos filhos ( da geração dos meus avós para os meus pais, por exemplo, minha família cresceu de 4, meus avós, para 11, meus pais e tios, ou seja um aumento de 175% em apenas uma geração), havia também uma alta taxa de mortalidade.

População mundial = 7.000.000.000 em 4.300 anos = 6 x 1,1571143

Sinceramente eu não sei como alguém pode não acreditar em Noé, visto que a população de 1930 até 1960 cresceu 50%, contando que nesse período ocorreu a Segunda Guerra Mundial, ou seja, a tendência é de 4.300 anos ou menos para o nascimento do nosso Patriarca Noé, mais que isso é estatísticamente improvável. Mesmo com tantas evidências de que todos somos filhos de Noé, nenhum professor meu sequer citou a existência de Noé durante o ensino fundamental e médio.

Fatos históricos que ocorreram na época do dilúvio:

  • Fim do Antigo Império do Egito
  • Surgimento dos Sumérios pós dilúvio (alguns historiadores tentam colocar os Sumérios no período pré dilúvio, mas sem nenhuma evidência. A única referência do período em que começou a colonização de Sinar (Suméria) vem da Bíblia em Genesis 11:2, sendo colonizada por Ninrode, Gn 10:9-12), além dos documentos históricos dos Sumérios afirmarem que houve o dilúvio.
  • Todos reis do Oriente Médio pós dilúvio eram descendentes de Noé
  • Só há relatos de povos na Europa, América, Oceania e Ásia após o dilúvio o que nos leva a crer que muito material histórico foi perdido durante o dilúvio.

A negação de Noé ser o patriarca começou por pessoas racistas que não queriam admitir ter o mesmo ascendente que pessoas diferentes dele, esse mesmo racismo levou ao ensino do evolucionismo nas escolas. Ambas mentiras precisam ser combatidas.

3. O estado não foi uma necessidade ao surgimento das cidades, a maioria dos povos civilizados não eram submetidos ao estado.

No primeiro dia de aula de história do ano, os professores costumam dizer que estudamos história para entendermos o presente e podermos melhorar o futuro, e também que a história é contada pelos vencedores. Hoje realmente a história está sendo contada pelos vencedores, no caso a quadrilha estatal utiliza o MEC ( Ministério da Educação e Cultura), a Assistência Social e a Polícia para que todas crianças e adolescentes sejam obrigados a ouvir a história que o estado inventou para que assim elas aceitem a supremacia estatal e a sua versão da história. Dessa forma os derrotados, o povo, aceita os comandos do opressor e pior ainda defende com unhas e dentes àquele que o oprime.

A história que é contada nas escolas, é apenas a história do estado, a história dos povos é ignorada. Deus escolheu a Noé por ele ser um homem justo, sendo assim sua missão seria estabelecer a Justiça na Terra pelas próximas gerações, veja bem que a Justiça natural é diferente da justiça positiva ( estatal). A Justiça natural é realizada de forma bem simples, pois são as pessoas em conflito que trazem ao tribunal o conflito. Já a justiça positiva cria uma lei entre pessoas que estão em harmonia e gera conflito entre elas. O estado existe somente na segunda situação, pois é uma formação de quadrilha que se disfarça de justiça para extorquir pessoas que não precisam do serviço dessa quadrilha.

Sendo assim, os descendentes de Noé foram se espalhando conforme a população crescia e se organizando em clãs, tendo cada clã seu próprio Juiz ou Juízes, que era alguém reconhecidamente sábio para fazer justiça. O clã mais antigo que é mantido até hoje são os Semitas, conhecidos atualmente como Judeus, no caso Sem foi um dos filhos de Noé, a maior parte dos seus descendentes se misturaram com os descendentes de seus irmãos, porém os de sangue Judeu são os que descendem unicamente de Sem. O povo de Israel viveu 400 anos somente com juízes, sem estado, ao cometerem o erro de eleger um rei, também condenaram o seu povo que durou pouco tempo de monarquia e já foram escravizados. Até hoje os Judeus tem um tribunal próprio, onde somente os que decidem seguir o Judaísmo são julgados, sendo assim respeitado o direito natural dos outros povos.

Na escola eles falam que o domínio de uma quadrilha sobre um povo foi uma unificação, como se ser dominado por uma quadrilha fosse algo positivo. Ou seja, os egípcios eram livres antes da unificação, os sumérios eram livres antes da unificação, assim como os povos da europa foram livres na época do feudalismo e uma boa parte dos nativos sul americanos também eram até a chegada dos Impérios Tupi-Guarani, Inca, Português e Espanhol. E a maior parte dos outros povos não citados pelos professores também eram livres, mas para o MEC o importante é destacar a unificação como algo positivo, para que a ideia de 200 milhões de pessoas unificadas como brasileiros pareça uma boa ideia, ou ainda pior, para que a ONU, Organização das Nações Unidas, possa unificar os 7 bilhões de seres humanos. Unificar significa que meia dúzia de pessoas mandam em todo mundo, quer dizer que os 7 bilhões de pessoas se tornaram escravos da ONU, culminando no fim da Liberdade e da Justiça natural.

Ainda não acredita que a unificação é ruim? Tenta discordar da União Federativa do Brasil, tenta educar e ensinar seu filho de acordo com a tradição de sua família, ensine seu filho em casa que a Assistência Social mandará a Polícia te prender por você discordar do MEC.

4. O aumento da produtividade que possibilitou aos pobres de hoje qualidade de vida superior a dos ricos de antigamente

Nunca se viveu tão bem quanto hoje, e isso tudo graças ao aumento da produtividade advindo da evolução tecnológica e dos métodos de produção. É comum o professor falar mal da revolução industrial utilizando o argumento de que antes as roupas eram personalizadas e agora são todas iguais por serem produzidas em alta escala, o que é uma mentira, logicamente hoje temos muito mais opções de roupas e inclusive do material que desejamos vestir. Antigamente o custo de uma roupa era tão alto que a maioria das pessoas possuíam apenas um ou dois conjuntos. Hoje uma pessoa que produzia um conjunto de roupa por semana, pode produzir centenas por semana com uma máquina, o que levou a um custo menor da roupa e não ao aumento do lucro por peça como dizem os professores. Um simples fogão duas bocas seria altamente cobiçados pelos reis a dois séculos atrás.

A fome e a miséria não deveriam sequer existir caso as pessoas fossem livres para comprar e vender o que quisessem e para quem quisessem, infelizmente o estado proíbe e persegue quem gera valor para a sociedade, inclusive os produtores, industriais e comerciantes do setor de alimentos. Vejamos o exemplo que ficou famoso no Brasil recentemente, o caso JBS – Friboi, os políticos utilizaram o poder estatal (ANVISA, Ministério do Trabalho, Secretarias de Meio Ambiente, Receita Federal) para perseguir todos frigoríficos concorrentes até que eles começassem a trabalhamrcom prejuízo e vendessem seus frigoríficos a um preço irrisório só para não perderem tudo. Pouco tempo depois houve mudança dos políticos e a JBS – Friboi foi perseguida por aqueles que os elevaram a potência industrial. E quem perde com tudo isso são os consumidores pagando um preço altíssimo na carne para poder bancar todo esse aparato de coerção e geração de monopólio. Além de limitar a produção ao impedir a livre concorrência, infelizmente após o escândalo o estado usou a mídia para tentar convencer o povo de que foi a falta de estado que causou todo problema, sendo que foi justamente a presença estatal o problema.

5. Judeus foram perseguidos no últimos 2 milênios

De 3 professores que me ensinaram sobre o povo de Israel, apenas um deles chegou a citar a Diáspora e mesmo assim não deu ênfase alguma para perseguição de quase 2 mil anos contra o povo Judeu. Por volta do ano 70 D.C. os romanos expulsaram os Judeus de sua terra sagrada, a terra de Canaã, os espalhando pelo mundo, principalmente pela europa, essa foi a primeira diáspora. Após 566 anos houve o primeiro período de estabilidade, de 636-1096; seguido de mais um período de crise, de 1096-1215; o segundo período de estabilidade, de 1215-1348; o segundo período de crise, de 1348-1496; o terceiro período de estabilidade, de 1496-1648; o terceiro período de crise, de 1648-1789; o quarto período de estabilidade, de 1789-1881; e o quarto período de crise, de 1881-1948. São 1.193 anos de perseguição dos islamitas e cristãos contra os judeus, culminando com o Holocausto promovido por Adolf Hitler. Isso sem contar que mesmo nos períodos de estabilidade os judeus eram sobretaxados.

6. Os escravos negros eram como qualquer outro escravo no Brasil e no mundo

Em toda história, o escravo se tornou escravo por dois motivos:

  • Por precisar de um empréstimo muito alto oferecendo a si mesmo como pagamento. O que era natural no passado.
  • Por perder uma guerra ou se render antes da guerra começar. Essa é a forma artificial utilizada pelo estado para fazer dinheiro.

As pessoas falam que no Brasil foi diferente, que aqui somente escravizaram negros por motivos racistas o que é uma mentira enorme. Conforme eu informei em outro artigo, Negros escravizaram portugueses por mais de 741 anos. Você pode ler a Constituição de 1824 e verá que nenhum tratamento desigual havia aos de pele mais escura. A única razão era mesmo econômica, Portugal tinha aliança com os outros países da Europa, sendo assim não iria causar uma guerra, sendo que guerra tem um custo alto e todos poderiam ganhar através do comércio. O que o Rei português fez foi justamente o contrário, fugiu de Portugal para não ter que guerrear com Napoleão.

Quem era escravista de verdade e vivia disso, eram os africanos, eles sim faziam escravos e de toda cor de pele. Se você morasse em uma praia do Mar Mediterrâneo, teria que ter um arsenal para não se tornar um escravo, fosse em Portugal, Espanha, Itália, França, Grécia. Até os navegantes ingleses eram surpreendidos e escravizados. A África é um continente muito grande e possui milhares de tribos diferentes, então não estou falando contra todas elas, apenas contra aquelas pessoas específicas que foram escravocratas na época, sendo seus descendentes inocentes pelo que houve. Sendo assim, uma tribo guerreava com outra ( por motivos que nada tem a ver com os portugueses e sim entre eles) e a que ganhava escravizava a outra. Quando os portugueses chegaram a primeira vez para fazer negócio com essa tribo que possuía escravos, os portugueses nem sabiam que eles tinham escravos, eles queriam realizar comércio apenas, fosse de comida, especiarias, o que fosse. Então a tribo oferecia os escravos e os portugueses compravam, não somente os portugueses, mas qualquer comerciante navegador da época, e se essa compra fosse no norte da África, provavelmente o escravo era branco, já no centro e no sul da África os escravos eram negros. Enquanto os escravos negros chegavam na América, os escravos brancos chegavam na Ásia e norte da África, esse foi o padrão de comércio.

E porque não traziam escravos europeus para o Brasil? A coroa portuguesa teve muita dificuldade para controlar a população brasileira, os próprios portugueses que chegavam queriam liberdade para trabalhar e viver sem a opressão da coroa portuguesa. Então o rei tinha medo de perder o domínio sobre o imenso território, por isso não queria a imigração europeia e não traria escravos de lá, seria muito mais difícil manter o controle sobre pessoas que falam o mesmo idioma e não se identificam com o povo português. Com o iminente fim da escravidão os portugueses foram obrigados a atrair mais pessoas, a fim de manter a mão de obra barata e o medo deles fez sentido com a secessão do Uruguai, do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, que com muito esforço conseguiram retomar o poderio sobre os atuais estados do Sul do país.

Uma vez conversando com um senhor descendente de portugueses, ele me falou que seu pai odiava italiano, o que faz perceber que o racismo era de uma etnia contra outra, não era algo particular contra os negros, tanto que surgiram as piadas de português, que foi racismo também. Outro fato que prova que o escravo negro poderia ser livre como os escravos brancos é que ele poderia comprar sua liberdade, o que muitos faziam trabalhando e economizando. Além do mais quando eles foram livres, ficaram como os brancos a própria sorte, pois é isso que Liberdade significa, Responsabilidade. Infelizmente, muitos racistas atuais acreditam que os negros são inferiores e por isso não deveriam ter sido libertos como os brancos, por sua vez deveriam ter recebido cotas e outras muletas sociais por não acreditarem na capacidade do negro fazer tudo que o branco faz.

7. Índios não foram massacrados pelos portugueses

Daí você pergunta e os índios? Não sairia mais barato já que era apenas comércio? Sim, os nativos brasileiros poderiam ser mais baratos, se estivessem a venda, mas não estavam e por isso os portugueses preferiram realizar comércio com os índios de modo que todos ganharam no início, os índios ganharam tecnologia e os portugueses matéria prima. É um grande engodo achar que os índios tinham medo dos portugueses em 1.500, sendo que até hoje eles não tem, conversando com pessoas que viveram em locais onde havia índios na redondeza, me informaram que era o branco que teria medo do índio, isso a 30 a 50 anos atrás. Inclusive os brancos davam presentes para que os índios os mantivessem em segurança, especialmente tabaco e álcool.

Outra invenção que passaram a contar nos últimos anos é que os brancos trouxeram doenças para o Brasil propositalmente para fazer uma guerra biológica com os índios, novamente repito, o comércio é melhor opção do que a guerra, as doenças chegavam porque as pessoas estavam doentes quando saiam de sua terra natal. Da mesma forma as doenças brasileiras e africanas abatiam europeus. E as terras? A terra não valia nada naquela época e até hoje a terra não vale nada, se um terreno de 300m2 vale R$ 100.000,00 pode ter certeza que não é por causa da terra, se vale R$ 10.000,00 também não é por causa da terra. O mundo é abundante em terra e riquezas naturais de modo que com raras exceções, como o ouro e a prata, as terras e riquezas naturais tem valor próximo a zero. Hoje você encontra muita terra no Brasil por menos de R$ 1,00/m2. Eu mesmo vendo terra por R$ 0,30/m2 ou seja 300m2 desse terreno custa apenas R$ 90,00. Isso hoje com estradas prontas chegando até o terreno, se for considerar que na época não tinha estradas e o custo de construção era muito maior, por ser tudo na mão, a terra valia de R$ 0,01/m2 para menos. Mais sobre colonização em O voto, o golpe e a colonização

8. Os palestinos, não são árabes

Palestino deriva da palavra Filisteu, um povo que habitou na terra vizinha de Israel, o mesmo povo que quis invadir Israel com o gigante Golias, mas acabou perdendo a batalha. Os filisteus não são árabes, não descendem de Abraão e muito menos de Sem, eles descendem de Cão, irmão de Sem. Como os filisteus eram inimigos de Israel, o imperador romano Adriano chamou a terra de Israel de Palestina com o intuito de expulsar os israelitas que resistiam na região em 135 D.C. quando ele sufocou uma revolta dos israelitas. Apesar da existência dos palestinos na vizinhança os predominantes eram os judeus e os árabes, ambos descendentes de Abraão. Em 1948, ainda haviam 600.000 judeus habitando em Israel quando declararam independência, os árabes atacaram Israel e mandaram os palestinos se mudar para não sobrar para eles. O Oriente Médio é muito grande e rico, os árabes e palestinos já tem seus países onde podem viver suas tradições, está na hora de aceitarem que os israelitas não são mais escravos deles, pois foi o que ocorreu com os judeus que não fugiram de Israel em 70 D.C.

9. O desenvolvimento de um povo está ligado a Liberdade e não ao tipo de colonização

É comum colocarem a culpa do subdesenvolvimento do Brasil na colonização por exploração e o desenvolvimento dos Estados Unidos na colonização de povoamento, mas essa é uma mentira. O problema brasileiro e de todos países subdesenvolvidos sempre foi e é a falta de Liberdade. A verdade é que Minas Gerais teria sido um país de primeiro mundo se a Inconfidência Mineira tivesse vingado, os ideais de Tiradentes era a descentralização do poder, secessão de Minas Gerais, redução drástica dos impostos. Os mesmos ideais levaram os Estados Unidos à independência, e foi graças ao estado reduzido que conseguiram se desenvolver. Enquanto a maioria das cidades americanas possuíam 1 único funcionário público, que era o Xerife, o Brasil gerava milhares de cabines de emprego. Nova Zelândia, Austrália, Canadá e Estados Unidos são considerados os melhores países para se viver hoje em dia e conquistaram esse status graças a liberdade.

Quem chegava no Brasil, nos Estados Unidos da América ou na Austrália a 2 séculos atrás tinha o mesmo objetivo, povoar, toda colonização do Novo Mundo foi de povoamento. Essa história de que a América do Sul e América Central foram colonizadas de modo diferente não faz sentido, tanto que o mesmo país que colonizou os Estados Unidos também colonizou o Suriname. A Austrália foi colonizada a partir de 1788, nessa época mesmo os europeus que chegaram no Brasil em 1500 pensando em explorar e ir embora, já estavam habitando e com famílias consolidadas aqui. A única afirmação verdadeira sobre a exploração gerar pobreza, é a exploração do estado contra o trabalhador.


Por Renato Furtado

Fontes:

Cientista cristão apresenta novas “provas” do dilúvio bíblico

A ciência à procura de indícios do dilúvio

População mundial

Os Judeus e a Idade Média

“Escravidão” de europeus no Brasil Imperial é tema de mostra

Os palestinos e sua verdadeira identidade

Por que Brasília comemora o dia de Tiradentes se ela é contra tudo que ele defendeu?

8 coisas sobre o Monte Everest que quase ninguém sabe

Dilúvio: Água doce e água salgada

Evidências do dilúvio bíblico

 

 

Renato Furtado
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Cristão, empresário e luta pela Democracia Plena. Dono da página Todo Trabalhador é Capitalista e RenatoFurtado.com no Facebook.

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